domingo, 4 de março de 2012

Cirurgia bariátrica

Essa foto que vcs veem aí em cima sou eu a três anos atrás, durante muitos anos de minha vida sofri com preconceito, dores no joelho e coluna e vários outros problemas devido a obesidade.
Deus permitiu que eu conseguisse uma cirurgia de redução de estômago pelo sus e a mesma foi um sussesso, em todos os sentidos, pois no dia seguinte a cirurgia eu ja tomei banho sozinha, andei se dificudade, não tive problemas com os pontos durante a recuperação, etc.
nesta época pesava 112.5kg e hoje 64kg.
Semana passada, mas específicamente na quarta-feira fiz a plástica na barriga, também pelo SUS e estou em processo de recuperação, que também está sendo excelente, pra honra e glória do Senhor.
 abaixo a minha foto de hoje.


domingo, 22 de janeiro de 2012

Livramento

EU ESTAVA VOUTANDO DA IGREJA QUANDO PASSA 2 CARAS ARMADOS E AI COMEÇA O TIROTEIO EU E MINHA MAE NAO SABIA PRA ONDE CORRER MAS DEUS NAO DEIXOU NEM UMA BALA PEGAR EM MIM E MINHA MAE

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Livramento

A Palavra de Deus e bem clara em nos dizer que o diabo veio para matar, roubar e destruir,e por ele ser espirito ele ñ dorme, e sempre quer "tentar" algo para destruir aquele que esta firme em Deus, eu me lembro de Jó que vivia uma vida bem sucedida porem Deus permitiu que satanas tocasse em tudo que pertençia a jó e em seu corpo, aq eu vejo a vontade pemissiva de Deus.
Meu nome é Jefferson, tenho 18 anos,sou levita da casa do Senhor pela misericordia de Deus, Toco Guitarra,violão,Bateria,contrabaixo e teclado Pela misericordia rsrs. e sempre gosto de louvar a Deus,porem 10 dias depois do meu aniversário de 18 anos no dia 16 de agosto de 2011,eu ia levando a minha maninha pra escola de manha,e estava garoando um pouco, e quando paramos na rua, os carros pararam para que pudessemos atravessarmos,só que para a surpresa de todos uma moto não parou e eu fui atropelado e quebrei o pulso direito e tve uma pequena fratura no nariz, e fiquei internado, falaram que eu iria ter que passar por cirurgia depois falaram que não e estavatudo enrolado rsrs Minha irma Para a gloria de Deus ñ sofreu nada. Porem minha recuperação foi muito rapida eu fiz a fisioterapia voltei a tocar e a louvar para a Gloria de Deus e se ñ fosse Deus eu Não estaria digitando isto nesse momento. e uma palavra que me marcou foi que Todas as Coisas cooperam para o Bem daqueles que amam a Deus mesmo aconteçndo algo que vc ñ goste Creia que Pra tudo Deus tem um Proposito! Graça e paz a todos!! Oh Glóriaaa!!! rsrsrs

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Testemunho de Joseane Vilaça

Nasci e cresci em um lar evangélico. Desde cedo comecei a me envolver nas coisas da igreja. Cantava sozinha, em grupos, corais, tocava na banda, fazia programa em rádio e trabalhava com as crianças. Ainda na adolescência, na igreja, nos cultos quando as oportunidades de louvores eram dadas, eu estava presente em quase todas elas: sozinha, em duo, trio ou quarteto, (sempre tive facilidade para música), com as crianças (porque eu era a responsável por elas na Escola Dominical, nas realizações das E.B.Fs), com o vocal dos jovens, no coral misto e até mesmo no coral do Círculo de Oração (embora solteira) ou no grupo de louvor (cantando ou tocando teclado). Cantar é algo que sempre me deu prazer. Pra falar a verdade, não consigo imaginar minha vida sem o envolvimento com a música. Mas algo aconteceu!O tempo foi passando. Eu cresci. Passei de adolescente a adulta e eu, não sei se inconscientemente ou não, comecei a me afastar de praticar estas coisas. Por causa do envolvimento com o trabalho e a faculdade, comecei a deixar tudo de lado. Tudo, literalmente. Abandonei o vocal, o coral, deixei as crianças para que outra pessoa tomasse conta, comecei a faltar nos cultos... Mas na minha cabeça (e só nela) eu tinha uma justificativa... Estava trabalhando e estudando... Não tinha abandonado para ficar fazendo nada. Era assim que eu pensava. Ia à igreja quando queria, não cantava mais em nenhum grupo, não trabalhava mais com as crianças, não tinha mais nenhuma responsabilidade, eu me sentia livre. Como aquilo era bom! Não ter nenhum compromisso com nada. Nenhuma preocupação. Só o trabalho e a faculdade.O tempo passou, me formei no curso de Letras, comecei a trabalhar, a dar aulas e assim, ia levando até que um dia formou-se uma caravana na igreja para estar participando de um dos congressos dos Gideões Missionários que acontecem todos os anos em Camboriú em Santa Catarina. Opa! Esta eu não podia perder! Ia passear, ver o mar (lá tem praias, rss), ver e ouvir cantores e pregadores famosos. E lá fomos nós! Nos preparamos, viajamos, passeamos, fomos à praia (como não fazê-lo se ela fica tão longe de nós e nem sempre temos esta oportunidade?) e também fomos ao ginásio de esportes para assistir os trabalhos e participar dos cultos. Creio que não seja necessário dizer quão grandiosos e esplendorosos são aqueles cultos onde Deus opera milagres e maravilhas, derramando suas bênçãos e demonstrando seu poder e sua glória.Uma noite decidimos ir ao culto, mas fazíamos questão de conseguir entrar dentro do ginásio. Não queríamos ficar do lado de fora, assistindo pelo telão. Tínhamos que entrar pra ver tudo de perto lá dentro. E fomos. Mas havia muita, muita, muita gente! Uma aglomeração de pessoas que nunca vi pessoalmente em nenhum lugar. E nós dizendo: “_ Vamos entrar! Vamos entrar!” – Foi então que nos deparamos no meio de um bolo de gente onde era simplesmente impossível dar um mínimo passo para qualquer lado.Não conseguíamos ir nem pra frente, nem pra trás, nem para um lado, nem para o outro. Então começamos a nos mover involuntariamente, pois não podíamos ir para onde queríamos e também não podíamos ficar parados, pois começou um empurra-empurra que nos obrigava a ir em determinada direção e tivemos que prosseguir rumo onde aquele empurra- empurra nos levava. Não era bem um empurra-empurra porque ninguém se machucou, ninguém se batia, ninguém brigava ou discutia. Simplesmente, não podíamos nos mover e naquele aperto, todo mundo só podia ir em uma direção, praticamente como estátuas sendo levadas, mal conseguíamos mexer os próprios pés. Foi algo que não sei explicar direito. O que sei é que nos afastamos do ginásio e quando vimos estávamos perto da igreja onde várias pessoas estavam reunidas do lado de fora do pátio orando, buscando a Deus. Ali havia menos pessoas que no ginásio, mas a glória de Deus era tão grande como lá no ginásio ou ainda maior.Como eu nunca tinha visto algo como aquilo, peguei a minha filmadora portátil e comecei a filmar. Mas aquilo era muito contagiante. Qualquer pessoa com o mínimo de Deus em seu coração, não poderia resistir àquilo. Comecei a chorar filmando. Alguém me viu naquela situação e tirou a filmadora da minha mão. Juntei-me àquele povo que orava, clamava e adorava a Deus.Foi então que um senhor que nunca vi e que se visse de novo eu não reconheceria colocou a mão em minha cabeça e profetizou que estava com os dias contados e uma pessoa da minha família seria tomada. Quando eu ouvi isto, pensei no meu pai, na minha mãe, nas minhas irmãs, tentando imaginar quem seria... Nesta mesma noite, este mesmo irmão, falou comigo de novo perguntando por que eu tinha parado de louvar a Deus, dizendo que com isto Deus estava triste e que quando eu cantava o Senhor recebia o meu louvor. Fiquei pensando naquilo, porque como alguém que nunca me viu na vida saberia que eu antes cantava e agora não cantava mais? Fiquei pensando também no tempo verbal que ele usou: “ouvia” no Passado. Admito que aquilo me surpreendeu. Muitas pessoas não têm consciência como eu não tinha naquele momento que o que fazemos dentro da igreja não é para nós mesmos e sim para Deus que observa e recebe aquilo que é feito de coração. Fui embora pensando naquilo. Então. Deus recebia quando eu cantava na igreja? E agora? Será que se eu voltasse a cantar Ele voltaria a receber o meu louvor? Sentia-me envergonhada, incapaz, incompetente, longe dEle, apesar de continuar freqüentando a igreja. Aquele verbo no Passado martelava a minha mente: Ouvia. Então não ouve mais? Era a minha dúvida.O congresso acabou. Fomos embora. Voltamos para nossa cidade. O tempo passou e eu me esqueci do que Deus tinha dito através daquele irmão que nunca tinha visto, nem ele a mim. Continuava a ir à igreja, mas da mesma maneira, sem compromisso, sem responsabilidades. Nesta época, havia alguns irmãos que se reuniam todas as noites no porão da igreja para tirarem um período de oração e Deus sempre se fazia presentes nestes encontros de oração. Uma noite, um deles teve uma visão. Viu quando um caixão de defunto fechado saiu de dentro de minha casa e era levado para a rua como se estivesse sendo preparado para um enterro. Ele contou o que tinha visto e todos pensavam que aquilo se referia a morte espiritual de alguém da minha família.Foi pouco tempo depois que tudo começou. Um dia, deitada, percebi que não estava conseguindo respirar. Eu tentava inspirar o ar, mas não conseguia terminar a inspiração devido a uma forte dor que me obrigava a cortar a respiração pelo meio. Eu pensei que não fosse nada, que fosse só um mau jeito, porque eu estava deitada em cima do pulmão. Mas aquilo não parou, continuou e piorou. Fui ao médico. O diagnóstico foi “problema no coração”.Mandaram-me de volta pra casa, receitaram remédio para o coração e marcaram data para fazer um eletro daqueles sofisticados onde tudo pode ser visto. Fui embora, tomei os remédios, chegou o dia do exame. Fiz o exame e o resultado foi completamente negativo. Meu coração não tinha exatamente nada. E eu estava cada vez pior, cada vez mais fraca, cada vez respirando menos, como tinha tomado analgésicos fortes, já não sentia mais dor, mas sentia um incômodo nas costas, um peso que não sabia o que era e tossia muito. Resultado: internação. Diagnóstico: Pneumonia.E lá fiquei eu com agulha enfiada na veia tomando soro, analgésicos, injeções, antibióticos, fazendo inalação, etc. Não comia, tossia sem parar, às vezes, nem respirava. (Não sei como não morri!) Cinco dias internada. Ao tirar outra radiografia do pulmão para comparar com a primeira, surpresa: Depois de cinco dias de medicação e tratamento contra a pneumonia, a radiografia mostrava um quadro pior e via-se que o problema já começava a atacar o segundo pulmão. Recomendação: voltar a internar para tomar mais medicação. A cada notícia que eu recebia, me sentia pior.Minha irmã, então, se recusou a fazê-lo. Ao invés, pediu que nos indicasse o nome de um bom pnemologista porque me encaminharia a ele. E assim foi feito. Ao chegar lá, ele viu meus exames, olhou para mim e disse: “_ O seu pulmão está murcho e cheio de líquidos. Vamos marcar para tirar o líquido. Se isto não resolver, faremos outros exames enfiando um cano pelo nariz até chegar ao pulmão e pegar um pedacinho dele para examinar e analisar.” A cada palavra que eu ouvia, eu me desmoronava mais, nada mais parava no estômago, o peso nas costas era cada vez maior e eu achava que tudo aquilo era um castigo de Deus pelo meu comportamento com Ele. Fui internada em um hospital maior, com maiores condições e aprimoramentos.Fiquei mais abalada ainda, pois fui internada em uma sala de isolamento, onde ninguém entrava sem máscaras ou luvas descartáveis, os funcionários do hospital tinham medo de entrar no quarto e as pessoas não disfarçavam o medo e o receio em estar perto de mim.O médico me explicou como seria o processo de retirada do líquido da pleura, a camada que reveste o pulmão. Disse-me que retirariam o líquido e mandariam fazer uma biópsia. Ao ouvir esta palavra eu acabei de desmoronar. As noites que eu passei neste hospital foram as piores da minha vida. Eu descobri, vivenciei e experimentei que não há lugar pior no mundo para se estar do que em cima de uma cama de um hospital. Para mim, a palavra “biópsia” sempre esteve relacionada a “câncer” e “câncer” ao meu ver estava relacionado a sofrimento, dor e morte.Ninguém comentava, mas eu sei que todo mundo lembrava da profecia no Congresso em Camboriú de que estava com os dias contados e uma pessoa da minha família seria tomada. (Eu não tinha pensado que eu mesma também fazia parte da minha família). Todos lembravam também da visão que o irmão tinha tido na oração no porão da igreja vendo um caixão fechado saindo de dentro da minha casa. Eu acho que estavam todos esperando a minha morte porque um próprio irmão me disse mais tarde que pensou que eu não fosse escapar.Naquela cama de hospital, eu não dormi. Virei a noite toda de um lado para o outro na cama e na minha cabeça martelava o fato de que se eu morresse mesmo, como é que eu me apresentaria a Deus? O que eu tinha feito para Ele? Onde eu tinha colocado os talentos que Ele me entregou?Aquele seria o meu fim, eu passaria dores, sofrimentos e a vergonha de ter rejeitado o fato de ter sido escolhida por Deus para fazer o seu trabalho conforme a sua vontade. Eu tinha a certeza de que eu morreria. Mas eu não queria morrer daquele jeito, naquela situação. Sentia que o meu prazo tinha acabado, que eu não poderia fazer mais nada, a não ser chorar, lamentar, sofrer. E eu tinha escolhido aquilo. Eu virei as costas para as coisas de Deus. Eu abandonei todas as coisas por vontade própria pensando só em mim, no meu sossego, na minha tranqüilidade e não reconhecendo que eu não pertenço a mim e que sou um instrumento criado para ser usado e dar frutos. Eu estava parada, não funcionava mais, estava sem uso. O que fazemos com um instrumento assim? Parado e sem uso?Naquele leito de enfermidade, fiz um propósito, um voto, uma promessa. Se Deus me curasse, eu voltaria a fazer tudo o que fazia antes, procuraria fazer mais e nunca mais rejeitaria nenhum serviço na casa e Deus. Reconhecendo que Deus é o Senhor, Dono da vida e da morte, eu daria o melhor de mim para fazer a sua vontade em minha vida.O líquido foi retirado da pleura (aproximadamente 3 recipientes quando médico esperava por só um), a biópsia foi feita, o resultado não foi o que eu temia, graças a Deus. Não precisei fazer outros tipos de exames. Recebi alta com o diagnóstico de tuberculose pleural, tive que tomar vários comprimidos por seis meses para ajudar na recuperação. A tosse parou, o peso e o incômodo nas costas desapareceram, a respiração voltou ao normal, sentia quando pulmão enchia de ar chegando a tocar nos ossos da costela e depois se esvaziava ao expirar o ar.Assim que recebi alta e fui pra casa, nada parava no estômago. Tudo o que engolia era automaticamente colocado para fora e o sofrimento continuava. Cheguei a sentir as paredes do estômago encostarem uma na outra de tão vazio e ao tentar beber um copo de leite, este ser engolido e devolvido em questões de pouquíssimos segundos. Nada ajudava, nem remédios, nem nada. Todos na igreja continuavam a orar por mim. As orações no porão da igreja continuava todas as noites. Isto durou vários dias, eu perdi muito peso e não tinha mais esperança.Não conseguia nem ficar em pé direito. Não podia ir à igreja e então parei e percebi o que estava acontecendo comigo. Quando eu estava saudável, eu não queria ir à igreja, queria ficar em casa. E agora? Eu era obrigada a ficar em casa. Não agüentava mais ficar entre quatro paredes. Estava insuportável. Eu percebi o que Deus queria me mostrar. Até que de repente, sem nenhuma explicação clara ou óbvia aquilo parou. Os vômitos pararam inexplicavelmente e o mal estar passou de tal forma como se uma mão potente o tivesse arrancado de um momento para outro, sem mais nem menos. Finalmente, consegui voltar a me alimentar normalmente e fui me fortalecendo.Quando já me sentia melhor, compareci a uma das reuniões de oração que aconteciam no porão da igreja e um outro irmão falou em profecia e me disse que não era para eu esquecer do propósito que eu tinha feito em cima da cama do hospital esperando o resultado da biopsia, me disse que Deus tinha me ouvido e esperava que eu cumprisse a minha parte e que eu sabia o que era. Como ele poderia saber aquilo se eu não comentei nada daquilo com ninguém? Aquilo confirmou que Deus realmente estava me mostrando que sou seu instrumento e que não devo ficar parada.Assim, tive a certeza de que aquela profecia no Congresso dos Gideões Missionários em Camboriú dizendo que uma pessoa da minha família estava com os dias contados e seria tomada foi diretamente para mim. Eu esperava que fosse para qualquer pessoa da minha família, menos para mim, por que foi falada comigo. Como já disse anteriormente, eu não me toquei de que eu também faço parte da minha família. E aquele caixão que foi visto fechado saindo de dentro da minha casa, dias antes de eu me sentir mal, veio confirmar que Deus pretendia realmente ceifar a minha vida. Eu creio que o que mudou os planos de Deus foram as orações de toda a igreja, de todos os irmãos que oraram a meu favor, Eu sei que foram muitas as orações e eu creio fielmente que elas fizeram com que Deus me desse uma nova chance, uma nova oportunidade. Eu sei que Deus mudou o seu plano devido a estas orações e devido ao propósito que eu fiz em cima daquela cama. Eu agradeço a todos os irmãos que oraram por mim. Que Deus os abençoe!Hoje, estou curada. Continuo dando aulas, mas não viro mais as costas para as coisas de Deus. Voltei a trabalhar com as crianças na igreja, canto sozinha, em trio, em quarteto, em quinteto, no vocal, no grupo de louvor, no que for preciso. Faço com prazer e alegria. Tenho registros de realizações de E.B.Fs para crianças, peças teatrais abençoadas por Deus, coisas de sucesso que foram realizadas através da minha pessoa, mas que não consigo explicar o porquê de tanto sucesso. Olho para mim e vejo, reconheço que não sou nada e que os resultados das coisas que faço não podem ser como são unicamente por mim. Alguém age em mim. Alguém me usa como seu instrumento. Eu sei quem é este Alguém. Não me arrependo e nunca me arrependerei de ter confiado minha vida a Ele. Sempre agradecerei por ter me dado uma nova chance, uma nova oportunidade e quero fazer dela o melhor que conseguir.Sempre fui tímida, mas Deus tem me colocado como líder em alguns setores. Algum tempo atrás, tive a confirmação de que Deus recebe o meu louvor. Em um domingo de manhã fiz um trabalho com os jovens do vocal a respeito de louvor e adoração. No mesmo domingo à noite, Deus confirmou e aprovou minha atitude usando o pregador para falar sobre o mesmo assunto, o mesmo tema e falando comigo na hora da oração final dizendo que Ele me ouve, devo prosseguir sem temor ou angústia, devo louvar, porque Ele está a ouvir. Isto encheu meu coração de alegria.Deus tem usado seus servos para continuar a falar comigo. Sua mais recente mensagem para comigo foi para dizer que sou escolhida desde o ventre da minha mãe, que devo deixar de ser covarde e fazer o que deve ser feito, fazer aquilo que eu quero, mas não tenho feito por medo e que eu sei o que é. Esta mensagem confirmou que o meu ministério é no louvor e disse ainda que Deus não vai abrir mão de mim.Quando eu ouvi que eu devia fazer aquilo que estava em meu coração e que eu sabia o que era, uma única coisa veio à minha mente: algo com que sempre sonhei e pelo qual sempre fui completamente apaixonada: a gravação de um CD. Este sempre foi o sonho da minha vida. Um sonho realmente, porque sempre soou como algo inatingível, inalcançável, impossível. Será? Há algo impossível para aqueles que realizam a vontade de Deus? Comprovei que não.Não procurei. Fui procurada por um produtor e já estamos acertando a gravação de um CD. Tudo de uma maneira tão rápida e providencial que a única explicação que posso dar é que isto é a mão e o agir de Deus. Por isto, hoje minha vida está completamente nas mãos de Deus. Enquanto tudo foi como eu quis e tudo foi feito à minha maneira, nada deu certo, tudo deu errado. A partir do momento que esperei em Deus, me dediquei a Ele e me tranqüilizei na sua presença, as aconteceram quando eu menos esperava. Literalmente, aconteceram.É por isto que eu amo ao meu Deus, eu O exalto e O glorifico. Por que sei que Ele me ama, cuida de mim, está ao leu lado. Eu creio assim por que tenho vivenciado este amor, este cuidado, bem como as chamadas, os sustos e as advertências quando estou ou estive errada. Você também pode crer nisto. Ele te ama e quer o seu melhor. Acalme-se, tranqüilize-se, entregue tudo a Deus. Adore-o. Você verá o que acontecerá em sua vida.Deus abençoe a cada um! Amém

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ressuscitada dentre os mortos

No dia 04/11/1997,estava no colégio assistindo uma aula de Artes e num momento veio aquela dor fraca sobre a minha cabeça,mas que incomodava e tirava a atenção da aula,então pedi ao professor que me deixasse ir embora.
Chegando em casa a dor ficou mais forte e não estava aguentado mais a dor,aí então minha mãe mim deu um remédio e logo depois vomitei o almoço e assim foi durante o dia todo e na madrugada,com dor de cabeça e vômito.
Não comia nada desde então,minha mãe fazia mingau,suco e nada ficava no estômago,e assim foi ,os dias se passando e minha situação estava ficando pior e muito perigosa.
Cheguei a sentir tamtas dores ,que o meu olho do lado esquerdo inchou,mais inchou tanto,que não conseguia enxergar,foi quando me levaram para a emergencia(depois que minha tia chamou à atenção)do hospital de cajazeiras.Os médicos disseram que éra dor nos olhos,acho que devido ao inchaço.Então passaram um remédio para a referida dor que insistia em martelar minha cabeça,que não adiantou nada,então me levaram para o hospital geral do estado( HGE);A essa altura com agravante de queda de pressão e desidratada,cheguei desmaiada,quando me medicaram e fiquei a base de soro na veia até voltar para casa,mas não demorou muito voltou todos os sintomas denovo,então fui parar no hospital couto maia que depois de outra bateria de exames,os médicos constataram que estava com " miningite " e perguntaram por que a demora para trazer,Devido a gravidade,(por que tomei muitos remédios fortes),estava entre a vida e a morte,fui para U.T.I.
Todos meus familiares se desesperaram,principalmente depois que os médicos disseram que iam avaliar e ver a possibilidade de operar minha cabeça e tentariam salvar minha vida.
Meus órgãos estavam entrando em colápso,por que meus olhos e boca entortaram;pescoço endureceu;braço direito e perna direita paralizaram;estava praticamente morta.
Mas DEUS mudou o quadro.
Minha tia pastora LECI fez uma oração sobre mim,que minutos depois,o líquido que estava na cabeça saiu todo pela boca e nariz.
DEUS mim ressuscitou dentre os mortos.e sem sequelas.
glória a DEUS

domingo, 18 de dezembro de 2011

Perdoar abre portas

PERDOAR ABRE PORTAS E DESATA EM NOSSA VIDA ALGO QUE SOMENTE DEUS É CAPAZ DE FAZER TRAZER DE VOLTA A VIDA AQUILO QUE ESTÁ MORTO. COMEÇO MEU TESTEMUNHO DIZENDO QUIE O PRÓPRIO DEUS ME FEZ LEMBRAR SOBRE O QUE DEVIA TESTEMUNHAR , CONFESSO QUE PENSEI EM FALA R SOBRE CURA, BENÇÃOS ESPIRITUAIS MAS SONHEI QUE DEVERIA FALAR SOBRE PERDÃO; A PORTA QUE APÓS ABERTA MUDOU MINHA VIDA , HÁ MUITOS ANOS ATRAS MAS PRECISAMENTE EM 1998 EU FUI ADMITIDA POR UMA EMPRESA QUE PRESTAVA SERVIÇO A PREFEITURA E EU TRABALHAVA COM A COMUNIDADE, FOI UM PROCESSO QUE VIVI MILAGRES DESDE O PRINCÍPIO E FUI CLASSIFICADA EM 1º LUGAR TRABALHAVA COM MUITO CARINHO DENTRO DA MINHA COMUNIDADE E CONSEGUI DURANTE 2 ANOS ME DESTACAR POIS JÁ TINHA MINHAS ARTICULAÇÕES POIS TINHA DESDE CEDO ME ENGAJADO EM QUESTÕES COMUNITÁRIAS DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL FOI UM TEMPO MUITO BOM MAS MESMO FAZENDO CORRETAMENTE MEU TRABALHO UMA LUTA MUITO GRANDE VEIO SOBRE MIM EM UM MOMENTO QUE EU ESTAVA COM MEU PAI MUITO DOENTE ALGUNS COLEGAS SE JUNTARAM E DISSERAM QUE EU ESTAVA RESSAINDO DEMAIS E ESTAVA ATRAPALHANDO O DESEMPENHO DELES POIS ELES PRECISAVAM DE ESPAÇO , EU NÃO SABIA DESTE SENTIMENTO DELES , POIS ME RELACIONAVA BEM COM TODOS MAS ISSO NÃO FOI SUFICIENTE DURANTE VÁRIOS DIAS SOFRI COM A DESCONFIANÇA E FISCALIZAÇÕES DESNECESSÁRIAS ATÉ QUE EM JULHO DE 2000 NÃO AGUENTEI A PRESSÃO E PEDI PARA SER DESLIGADA , O QUE SEM JUSTIFICATIVA NÃO PODERIA SER FEITO MAS SEM NENHUMA EXPERIÊNCIA TRABALHISTA , CEDI A PRESSÃO E PERDI MEU EMPREGO , DEUS MISERICORDIOSO MEU PAI APÓS 1 MÊS DE INTERNAÇÃO FOI PARA CASA EU PENSEI QUE INDO FAZER A MISSÃO DE DEUS TUDO PASSARIA E FICARIA BEM MAS O QUE SE SEGUIU DURANTE OS MESES SEGUINTES EU FUI PARA O CAMPO MISSIONÁRIO E LÁ DEUS SEMPRE ME FALAVA SOBRE PERDÃO E MUITAS VEZES FUI CONVIDADA A MINISTRAR SOBRE ISSO MAS NÃO PENSAVA QUE ESTE ERA UM TRATAMENTO DE DEUS COMIGO MAS NÃO CONSEGUIA ENTENDER VVI ALGUMAS SITUAÇÕES QUE CLARAMENTEN SEM VIA A IMPORTANCIA DO PERDÃO MINISTREI NA CLASSE DE NOVOS CONVERTIDOS DA CIDADE DE APORÁ /ACAJUTIBA NO INTERIOR DA BAHIA E EM UMA NOITE UMA MOÇA DISSE A MIM QUE IRIA DESISTIR DE SE BATIZAR PORQUE NÃO CONSEGUIA PERDOAR ALGUÉM DA FAMÍLIA EU MINISTREI A PALAVRA MAS ERA PARA MIM E NÃO PARA ELA , FELIZMENTE ELA LIBEROU O PERDÃO E BATZOU-SE NO DOMONGO SEGUINTE , VOLTEI PARA SALVADOR , MAS O PRIMEIRO SINTOMA DA FALTA DE PERDÃO AFETANDO MINHA VIDA FOI ME ESFRIAMENTO ESPIRITUAL , APESAR DE LEVAR A APLAVRA NÃO TINHA PAZ NO MEU INTERIOR , UM DIA CANSADA DA MINHA FRAQUEZA ME AFASTEI DO EVANGELHO , FIQUEI SEM EMPREGO , SEM PAZ , ME ENVOLVI COMUM JOVEM QUE DEPOIS DE UM ANO E MEIO DE NAMORO ME DEIXOU QUANDO CONTEI-LHE QUE ESTAVA GRÁVIDA , SOFRI MUITO ENCORNTRI APOIO EM ALGUMAS PESSOAS MINHA FAMÍLIA ME ACOLHEU MAS A SOLIDÃOP E A VERGONHA ME ACOMPANHAVAM MINHA VIDA ERA UMA HUMILHAÇÃO SÓ , FIZ BICOS A GRAVIDEZ INTEIRA E COMO NÃO TINHA SUSTENTO, 3 DIAS DEPOIS DE CHEGAR DA MATERNIDADE , VOLTEI A TRABALHAR DANDO AULAS EM CASA TINHA 10 ALUNOS NÃO PODIA FICAR SEM PELO MENOS ALGO PARA CUIDAR DO MEU FILHO , QUANDO O ANO DE 2002 ACABOU OS ALUNOS SE FORAM COM ELE COMEÇAVA AÍ OS ANOS MAIS DIFÍCEIS DA MINHA VIDA , PASSAMOS MUITA DIFICULDADE EU SEMPRE PROCURAVA EMPREGO PASSAVA MAS NUNCA NENHUMA EMPRESA ME CHAMAVA SE PASSARAM QUASE 5 ANOS EU ENTREIEM DEPRESSÃO SIMPLESMENTE MESMO TENDO QUALIFICAÇÃO NÃO CONSEGUIA UM EMPREGO DOS MAIS SIMPLES ,FAZIA APENAS BICOS, FAXINAS , AULAS PARTICULARES EM ÉPOCA DE PROVA ,MAS EMPREGO NADA ISSO ME CAUSOU ANSIEDADE , E DEPRESSÃO, ATÉ MINHAS ROUPAS E SAPATOS ERAM USADAS DOADAS POR ALGUNS IRMÃOS, DORMIA NO CHÃO COM MEU FILHO PEQUENO MAS EM 2007/2008 EU FUI AO ENCONTRO COM DEUS E LÁ EU TIVE UMA EXPERIÊNCIA SOBRENATURAL COM DEUS, DIGO SOBRENATURAL POIS ATRAVÉS DAS MINISTRAÇÃOES , PUDE VER QUE TODO AQUELE SOFRIMENTO TINHA UMA RAIZ E ESTAVA NO MEU PASSADO EU TINHA UM MINISTÉRIO,MAS NÃO CONSEGUIA PROGREDIR EM NADA POIS EU NÃO PERDOAVA AQUELES QUE ME FERIRAM NÃO PERDOAVA MEUS COLEGAS , LEMBRO QUE ME ENCONTRAVA COM ELES (AS) NA RUA PASSAVA ATÉ MAL EU ME SENTIA MAL EM VE-LOS TRABALHANDO E EU NÃO DEUS ME MOSTROU COMO EU REALMENTE ERA E QUE PRECISAVA MUDAR , LIBERAR PERDÃO . FOI UMA LUTA MUITO GRANDE POIS AS DORES E RESSENTIMENTOS VINHAM Á TONA TODA HORA E SEMPRE OUVIA DOS MINISTROS LIBERE PERDÃO! ERA DEUS FALANDO COMIGO EU LUTEI E VENCI ELE MUDOU MINHA SORTE E O MEU NOME FIZ UMA ORAÇÃO MUITO DIFICIL PARA QUEM NÃO CONSEGUE PERDOAR : DIZER OS NOMES DE QUEM LHE FERUI , DIZER QUE OS AMO E QUE PERDOO EM NOME DE JESUS EM ORAÇÃO. NÃO FOI FÁCIL CONFESSO MAS A LIBERDADE QUE EXPERIMENTEI NAQUELE DIA FOI INDESCRITÍVEL HOJE EU TRABALHO COMO AGENTE DE ENDEMIAS HÁ 3 ANOS SOU MUITO FELIZ E DEUS RECONSTROI MINHA VIDA A CADA DIA TENHO VIVIDO MILAGRES TODO ESSE TEMPOMEU MINISTÉRIO É PROSPERO E DEUS ME ENSINA ANDAR COM ELE DIA APÓS DIA E RENOVA SEMPRE O SEU CHAMADO NO MEU CORAÇÃO NUNCA MAIS SEREI A MESMA SEMPRE PERDOAREI SE PORVENTURA ALGUÉM ME FERIR PARA O CÁRCERE NÃO VOLTO NUNCA MAIS !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!EU NÃO ME DESVIO NUNCA MAIS !!!!!!!!! O MELHOR DE DEUS AINDA ESTÁ POR VIR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que aprendi nestes sete anos da morte da minha mãe

Em que me transformei?


O que mudou na minha vida? 


E na vida dos que estão a minha volta?


Fazendo uma analogia com a saga do povo judeu - a sua saída do Egito, da escravidão, e sua peregrinação pelo deserto – há sete anos ocorreu o meu êxodo da mundanice.


Sou locutora, no Rio de Janeiro – Brasil. 
Peguei meu filho menor - na época com oito anos de idade -, e fui para o estúdio gravar. Em casa ficaram a diarista, a minha mãe e nossos 9 cachorros.
Cerca de três horas depois retornamos.
Minha mãe estava saindo de casa. 
Moribunda, na maca dos bombeiros.
Morreu na ambulância, a caminho do hospital.
Foi atacada por algum dos nossos cachorros, que lhe mordeu a perna.


Este cenário aconteceu há sete anos. Sete longos anos. Sete extraordinários anos. Sete inimagináveis anos. E outros intermináveis adjetivos para tentar classificar o que significaram em minha vida, estes anos que tentarei resumir a partir de agora.


“A vida de vocês ecoa a Palavra do Senhor. 
As notícias sobre sua fé em Deus são conhecidas.” (1 Tessalonicenses 1:8 - Bíblia Sagrada)


“QUEM CRÊ NO FILHO DE DEUS TEM EM SI MESMO O TESTEMUNHO DE DEUS” (1 João 5:10 – Bíblia Sagrada)


Eu sou a Mensagem de Deus. A mensagem de vida que eu tenho para compartilhar com você é aquilo que Deus quer dizer ao mundo por meu intermédio. Deus quer usar as minhas experiências para falar com você que Ele te ama e quer cuidar de você, assim como tem cuidado de mim.


Meus vinte e poucos/ trinta e poucos anos...
Fiz jornalismo. Sou radialista desde 1983. Sou escritora com dois livros publicados – um deles está sendo lançado agora, no final de 2011, na 3ª edição, após dez anos. 
Trabalhei no Rádio, na TV e em produtoras de vídeo. 
Dos dezoito aos vinte fui manequim e modelo.
Tive quatro maridos – sendo o primeiro no civil e no religioso.
Sou divorciada e separada do meu último marido há sete anos. Desde então estou sozinha. Sem “ficantes”.
Minha experiência religiosa foi bastante eclética; bem característica de uma mulher sensível, inteligente, culta e social. Tinha um pezinho no catolicismo, outro na umbanda, outro no kardecismo, outro nos mestres da grande fraternidade branca; um pouquinho de Hare Krhisna aqui, um outro pouquinho de Shiva e companhia lá: uma big salada de “responsa”. Na verdade, esta mistura é que pode ser chamada de “o verdadeiro “Podrão”!”


A minha vida era legal, sabe? A “montanha russa” em que eu sempre vivi estava, naquela época, localizada na descida livre, ladeira abaixo. Quando a coisa pegava, eu costumava me enfurnar na religião. Meditava, procurava energizar a casa com Feng Sui, incensos de descarrego, incenso disso, incenso daquilo, mantras, despachos na praia e na cachoeira ... 
Lia muito. Tudo. Procurava entender um pouquinho de cada coisa.


Quando a Sindrome do Pânico entrou na minha vida...
Há onze anos, cobradores batiam à minha porta, meu carro foi tomado pela justiça, por falta de pagamento; tentava emplacar mais um livro – sobre a História do Rádio, contada através de depoimentos de vários profissionais -, mas não consegui editora; meu terceiro marido me traiu e o mandei embora; ele não enviava pensão para nosso filho, na época, com quatro anos de idade; as dívidas se avolumaram cada vez mais: perdi telefone, de mais de trinta anos; perdi plano de saúde, de mais de quinze anos; perdi peso, pois fiz uma dieta, e achei um caroço no meu seio. O mundo estava desabando sobre mim. Na semana da operação tive um treco que nunca imaginei ter.


Nunca fui medrosa. Ao contrário, sempre fui uma mulher corajosa. Karateca, faixa roxa – quando precisava dava “porrada” -; fazia ginástica, musculação, natação, Full Contact, gostava de fazer trilha em matas, montanhas e cachoeiras. Fui uma boa aventureira. Meu filho mais velho – hoje com 28 anos - me acompanhou em algumas destas aventuras.
Sabe, sempre fui daquelas mulheres muito mais “macho” do que muitos homens por aí. Topava qualquer desafio. Envolvi-me com drogas – maconha e cocaína –, mas nunca a ponto de ser derrotada por elas. Mas fui vencida pelo alcoolismo, o que contarei mais adiante.


Estava entrando num micro elevador e senti uma sensação muito ruim, bastante desconfortável. Entrei no consultório do meu endocrinologista e comentei com ele. Ele disse que não sabia o que era, ou que não era nada, não me lembro; afinal, não deu muita importância.
Saí do consultório, e aquela sensação horrível me acompanhava ainda. Resolvi comer algo doce, para ver se era baixa glicemia. Não melhorei. Decidi então, ali próximo ao Largo do Machado, atravessar a rua e ir à lanchonete de uma rede de departamentos fazer um lanche. Ficava em frente a uma clínica, e qualquer coisa, era só eu correr para lá. 
Fiquei sentada por algum tempo, e percebi que estava paralisada pelo medo de “travar” no meio da rua. Terrível. 
Telefonei para um amigo e para meu filho mais velho para irem se encontrar comigo lá. Atravessei a rua e entrei correndo na clínica pedindo para ser atendida com urgência, autodiagnosticando-me com SÍNDROME DO PÂNICO.
Enfim, fui atendida por um médico atencioso, que depois da minha insistência de achar com certeza que estava enfartando, pois estava com taquicardia fortíssima, fez o eletro, e estava tudo normal. 
Meus “convidados” chegaram e ficaram sem entender nada. 
Passei uns dias assim, apavorada. Meus nervos viraram papel crepom na ameaça da chuva cair
Três dias depois fui fazer a cirurgia para biopsia e, na enfermaria de duas camas em que fui internada, antes de seguir para o centro cirúrgico, a senhora na cama ao lado simplesmente MORREU DO MEU LADO!!!!!!! E para piorar, a técnica de enfermagem que foi ao quarto ver a tal senhora, quando descobriu que ela não se contava mais entre os vivos, quase teve um piripaque – foi assim que eu, e meu filho mais velho que me acompanhava, descobrimos que a mulher havia morrido! -. Quando cheguei finalmente à mesa de cirurgia e contei ao médico o que ocorrera e que eu estava com síndrome do pânico, ele disse que não era possível: qualquer um que tivesse com um pinguinho de medo, já teria voado para fora do hospital, e eu ainda estava lá. Mas só eu sei o pânico paralisante que me atormentava naqueles dias.
No fim das contas, não era câncer (Este eu já havia tido em 1995, no apêndice, que foi pro lixo junto com o tumor carcinóide que o tomava quase por inteiro. Sem metástase, graças a Deus)
Durante uns seis meses fiz um tratamento terapêutico, com um comprimidinho (acho que um calmante, bem levinho, pois eu detestava a idéia de me tornar uma pessoa fraca, que dependesse de calmante para viver. Desculpem-me aqueles que precisam, mas a minha opinião, na época, era essa). 
Por fim, um dia cheguei ao consultório do médico, e a primeira coisa que ele fez foi me mostrar o dedo. Mostrava-me enfaticamente o dedo anular da mão esquerda, dizendo algo como: sabe o que significa isso?Sei. Estava sem aliança.
“Se separou?”Sim. Disse ele. E disparou a desabafar comigo sobre sua atormentada relação conjugal. E aquela foi a nossa última sessão terapêutica. Recebi alta. E me tornei por um bom tempo sua confidente – e por que não dizer, sua “terapeuta”? Mas fiquei com uma “má impressão” de altura, lugares fechados, medos esquisitos dentro das conduções ... Até saber – pela Palavra de Deus – que o “perfeito amor de Deus por mim e de mim por Ele lança fora TODO MEDO”


Senhor, preenche a minha vida!
Eu preciso de Ti!


Depois disso, por cinco anos, bebi diariamente: bebidas destiladas (vodka, conhaque), fazia “barraco”, caia no choro, brigava, ficava eufórica, chorava, brigava, enfim, uma roda gigante desenfreada.


Parei de tomar moderador de apetite – era viciada em “bolinha” com álcool. Isso, junto ao hábito de beber diariamente e comer que nem uma elefanta, me fez ganhar a bagatela de CINQUENTA QUILOS em aproximadamente CINCO ANOS. 
Não foi fácil conviver com a nova aparência. De modelo e atleta à obesa.


Minha vida profissional estava de mal a pior. Estava deprimida, escondida em casa. Saindo para fazer uma consultoria aqui, uma gravação ali ... recebia meus royaties dos livros de tempos em tempos. Mas estava falida. 


Meu novo namorado foi morar lá em casa e, opa, me casei de novo. Durou um ano e meio. 


Minha mãe morreu, no início da tarde do dia primeiro de novembro do
ano de 2004. Foi enterrada no dia seguinte, Dia dos Finados.
Estou ouvindo agora aquela música, interpretada pela Andréia Fontes – PERMISSÃO DE DEUS. Cada morte é pela permissão de Deus. Nada vai acontecer além daquilo que Deus preparou para nós. Ele preparou esta maneira para tirar a mim e aos meus dois filhos da mundanice, da ignorância do mundão, da escravidão das limitações humanas, das orgias espirituais. 
Foi ESTA MANEIRA que Deus escolheu para me dizer: 


DESCE AGORA PORQUE O BONDE DA TUA VIDA VAI BATER!
O Teu trem descarrilou, Mônica. Pule AGORA!
Pulei.
Agarrei as mãos dos meus filhos e pulei daquela vida. Impressionante.
Pulei no meio do nada. Eu não tinha nada. Não tinha amigos, não tinha família – a tragédia deixa cheiro, e as pessoas têm medo de que possa contamina-las. As pessoas que procuravam culpado para a trágica morte da minha mãe, não demoraram muito para me acharem. Velada ou abertamente consideravam que de uma maneira ou de outra eu era um pouco responsável, sei lá, por manter os animais lá (sendo que a casa era da minha mãe, alugada por ela, e era ela quem pagava as contas. Então, a casa era dela, e não minha. Ela estava lúcida e gostava de cães tanto quanto eu e meus filhos.) 
O que aconteceu foi uma fatalidade sem explicação até agora. Os bombeiros disseram que ela pode ter pisado no rabo de algum dos cachorros, que costumavam se deitar sob a mesa em que ela ficava fazendo Palavras-cruzadas. A minha consciência está tranqüila. 
Mas a minha alma estava em frangalhos. Meu coração havia se quebrado em milhões de pedacinhos. A minha mãe, que eu amava, de quem eu dependia, aquela que eu morria de medo de que um dia morresse, morreu. (Mesmo depois de sete anos, não tem como escrever isso sem que as lágrimas teimem em rolar no meu rosto. Pausa pra respirar fundo e enxuga-las)


Bem, meu cordão umbilical foi, finalmente, tristemente, depois de quarenta e três anos, mortalmente cortado.


Hora de fazer o balanço. Falida, fracassada, sozinha, sem dinheiro próprio, apartamento duplex na zona sul do Rio, alugado, sem ter como pagar. A Rádio Antena Um estava prestes a me contratar naqueles dias, mas deu pra trás, com medo de uma - praticamente certa – crise de instabilidade emocional póstraumática. 
Mão na frente e outra atrás, ainda ficamos quatro meses lá. No último mês, sem energia elétrica – cortada por falta de pagamento -; e na última semana, sem gás. Sem comida, só miojo.
Sem emprego, sem dinheiro, nos mudamos para uma casinha, na subida de uma das comunidades do Catumbi – centro do Rio -, que conta com seis delas, com constantes brigas de quadrilhas rivais, com tiros pra tudo quanto é lado, coisa que eu e meus filhos não estávamos acostumados. Bem vindos à nova e assustadora realidade da pobreza, Mônica!
Fiz um brechó na minha varanda, e consegui um pouquinho de dinheiro, de vez em quando. Meu filho, com seu salário parco pagava o aluguel, até que, brigamos e ele foi morar em outro lugar. Ficamos, eu e o meu mais novo, com 9 anos, durante o restante do ano e oito meses em que moramos lá.


O que me deu força para continuar vivendo?


Permita-me te perguntar: o que você faria no meu lugar? Pense um pouco.


Pois bem, ainda na zona sul, comecei a buscar Deus na religião a que estava mais acostumada. Comecei a ir às missas, a ouvir rádio católica, aprendi a rezar o terço, ouvia o padre no rádio diariamente. Era um consolo sim, e eu agradeço a Deus pelas pessoas que ele me colocou para ouvir.
Deus começou a trabalhar a CURA INTERIOR em mim, através de um trabalho de meditação sobre o PERDÃO durante um mês. Todos os dias eu pensava nas pessoas a quem havia magoado, ofendido e não sei mais o que, pedia perdão a Deus, e , na medida do possível procurava as próprias com pedidos de perdão. E perdoava aquelas que tinham me magoado. Aí, imagine, quantas coisas do arco da velha desenterrei durante um mês, para poder realizar a tarefa. Mas lavei a alma! Fiquei limpinha! “Alminha” pronta para começar novamente a viver. Seguir em frente. Em linha reta. Dentro do planejado pelo Criador para a Sua criatura.
Quando Deus achou que eu estava pronta para a próxima etapa, Ele utilizou a estratégia de uma “rosa ungida” que levava a presença milagrosa de Deus para a área que a pessoa necessitava, para me fazer entrar dentro de uma – “éca” (o que eu achava na época, tá, gente?) – igreja evangélica.


Eu estava sedenta de um milagre que mudasse a loucura da minha vida.
Eu ficava sentada à mesa da cozinha, com meu violão, começando a compor hinos de louvor a Deus (já fiz setenta e três), bebendo o “meu” conhaquezinho, fumando o “meu” cigarrinho.


Entrei na igreja evangélica e fiquei maravilhada com a alegria e o amor com que os evangélicos cantavam hinos de louvor e adoração a Deus. Eles choravam, cantavam com júbilo, a mensagem era simples e fácil de entender e de imediata aplicação prática para a nossa vida cotidiana. 
Aprendi a reconhecer o que era natural acontecer e o que fazia parte do ataque do inimigo para me desestruturar.
Comecei a abrir a Bíblia e, aos poucos, entendia o que cada passagem queria dizer. 
O Espírito Santo começou a fazer parte de mim. Eu comecei a ouvir o que Ele me falava por meio das Escrituras Sagradas. Coisa que eu nunca havia entendido com as homilias intermináveis que ouvia nas missas católicas. 
Sabe, o mais fantástico era que, mesmo com pouco tempo de “convertida” (como os evangélicos chamam aqueles que decidiram receber Jesus Cristo como Senhor das suas vidas e Seu único e exclusivo Salvador; Jesus, sendo o Filho do Deus vivo!), eu já conseguia consolar os outros; eu dava conselhos, eu queria ajudar – e cá entre nós, mesmo ferida ainda, eu conseguia ser uma bênção para alguém! Era o Espírito Santo que começava a me usar para curar feridas,e ser curada com a mesma unção que usava para curar. 
Em duas semanas – mesmo fumando e bebendo – desci às águas batismais e, comecei a fazer parte do grupo de Evangelismo – grupo que subia os morros, para levar uma rosa ungida e um jornal – e se conseguisse, dar uma palavra de conforto, dava -, aos traficantes e usuários de drogas que encontrasse pelo caminho, além dos moradores das comunidades.
Seis meses depois fui consagrada Evangelista. Tenho certeza deste chamado e me orgulho dele e o assumo, embora algumas denominações não o reconheçam. Bem, essas também não reconhecem o ministério pastoral feminino, e nem ordenam mulheres como missionárias. É uma pena, pois desconhecem a passagem em Gálatas 3:28, que diz que em Cristo não há diferença de nacionalidade, de cor, raça, status social ou gênero; não há macho nem fêmea, pois em Cristo, somos um. 
Eu sou uma Evangelista. Eu faço a obra de uma Evangelista. Ajudo a fundar ministérios, prego a palavra, ensino a palavra, e ainda ministro louvor. Graças a Deus. Tudo para a honra e glória do Deus Todo-poderoso que me constituiu e para a glória de Jesus Cristo, o meu Senhor.


Que diferença fez na minha vida, me converter a Jesus?


Hoje, eu tenho esperança naquilo que não vejo. A minha vida não é mais regida pelas situações e não dependo mais das circunstâncias. Eu sei que Deus tem um propósito para a minha existência e vai me levar exatamente para onde originalmente planejou.
Sei, agora, que Deus sempre esteve comigo, me protegendo (lembra que eu tive um câncer, e fui curada, antes mesmo de me converter? Não era a minha hora. Deus ainda não havia revelado Jesus Cristo para mim).
Sei que minha vinda para a Terra não foi em vão. Sei que tenho um desígnio divino para cumprir. Deus quer falar algo ao mundo através de mim. 
Sei que Deus colocou em mim um diferencial que não colocou em mais ninguém. E que utilizará isso – como já o tem feito – para ajudar outras pessoas. Aliás, não foi só em mim que Ele fez isso; Ele colocou em você também, algo que só você tem e que Ele quer usar mundialmente.


Ganhei um apartamento e há cinco anos vim morar no Recreio, outro bairro do Rio de Janeiro.


Sei que Deus me deixou seguir a minha cabeça até aquele momento, há sete anos. Só até ali. Dali para cá, começaria a parte “B” do Plano Divino para a minha existência. A parte REVELADA de Cristo em mim.


Se você ainda não conhece Deus DESTA FORMA, eu te faço um convite: Permita que a Presença Divina venha habitar em sua vida, por meio da sua aceitação de JESUS CRISTO, como Filho do Deus vivo que se encarnou entre nós, destituído da Sua Divindade, como um simples mortal; morreu no meu lugar e no seu, na cruz; foi ressuscitado no terceiro dia, pelo MESMO PODER DE RESSURREIÇÃO que nos foi enviado quando Ele subiu aos céus. Quando eu recebi Jesus como meu Salvador, recebi junto o PODER de ser feita FILHA DE DEUS. Deixei de ser uma das criaturas criadas por Deus e passei a ser filha dEle. E recebi o Espírito de Seu Filho que O ressuscitou dos mortos. 
É ESSA FORÇA QUE ME FAZ CONTINUAR!


Todo propósito tem um tempo determinado para acontecer. Aquilo que eu não consigo mudar, já sei: é departamento do Todo-poderoso. Mas o que eu tenho que mudar, Ele me dá força e estratégias para isso. Por exemplo: seis meses depois do Batismo, Ele me libertou do vício do alcoolismo, e no nono mês de conversão, foi a vez do tabagismo ser descartado.


Hoje, eu levo a mensagem de salvação nas ruas, para moradores de rua; nas comunidades carentes; em asilos; para dependentes químicos; nos púlpitos das igrejas; no trabalho com adolescentes; nas areias das praias; e até na próxima edição do meu livro sobre Técnicas de Apresentação em Público para palestrantes, intitulado “CURSO DE LOCUÇÃO DIRIGIDA PARA TODAS AS PROFISSÕES”, 3ª edição – Editora Brasport (www.brasport.com.br), que será lançada agora em outubro ou novembro de 2011. 


Ministro workshops, consultorias e treinamentos sobre Locução e Comunicação Interpessoal e em público 
(www.workshock-monicasampaio.blogspot.com). 


Se quiser me convidar para eu falar, cantar e tocar Jesus na sua igreja ou ir à sua empresa ministrar uma PALESTRA MOTIVACIONAL pode me chamar. 
Irei com prazer: (21) 7106-5704 / 8223-8172 / 7950-3855 – 
Rio de Janeiro – RJ – Brasil – 
monica.sampaio1@gmail.com – 
www.docoracaodedeusparaoseucoracao.blogspot.com
www.radialista-monicasampaio.blogspot.com
www.monica-sampaio.blogspot.com
www.workshock-monicasampaio.blogspot.com
www.locucao-monicasampaio.blogspot.com
www.sementeiradivinaspromessas.blogspot.com


A Deus toda honra e toda glória e graças a Deus por Jesus Cristo. 


Obrigada pela sua atenção. 


Eu consegui vencer com Jesus. E sei do que estou falando.
É possível recomeçar ... e recomeçar bem!


Um beijo fraterno!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Nova Criatura

Olá irmaos páz do senhor , minha vida dez de pequena sempre foi muito difícil com 8 anos perdi minha mãe , tinha duas irmãs por muitas adversidades foram embora da minha casa, morei com meu pai nunca ganhava ganhava a atenção que queria , sentia uma vazio muito grande dentro de mim tinha umas 3 ou 4 amigas mais mesmo assim me sentia só , procurei felicidade aonde não se encontrava , me entreguei de corpo e alma ao mundo os únicos amigos que eu tinha , chegava um momento difícil eles se afastavam . por ansiedade eu atacava a geladeira varias veses ao dia.Meu mundo se desabou sofri bullyng na minha sala de aula, por estar acima do peso , queria mais que tudo me matar incansavelmente e procurava na internet ser alguém que eu nunca fui , la eu encontrei amigas virtuais ,namorados , popularidade ... mas tudo isso era fake (falso) só por dentro daquela telinha .. eu achava que eu era alguém . Comecei a trocar amor por paixão , a paixão acaba rápido e fiz muitas pessoas sofrerem por isso , eu ficava tanto tempo na internet que não percebia meu mundo real se acabar .. minha família se desmoronar . eu usava uma (fake) na internet , eu pegava fotos de uma prima de uma amiga minha , uma dia eu fui simplismente olhar o orkut dela , pegar fotos como eu fazia , e me deu uma vontade enorme de olhar os videos dela e vi um vídeo, após vêr este vídeo meu ser mudou , eu falava para mim mesma que queria conhecer este DEUS , me entreguei totalmente procurei uma igreja e .. comecei a lêr a biblia . Meu ser mudou totalmente , eu não era mas aquela pessoa solitária que buscava felicidade no mundo ,minha familha se transformou .. minha vida se transformou totalmente tomei nojo do pecado e hoje me considero mais que vencedora!!! .. (:

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Herança do Senhor

Eu tenho inumeras benção pra contar, uma delas é que Deus me deu im filho maravilhoso, ele nao nasceu de mim mas Deus colocou ele na minha vida de uma forma incrivel, vou tentar resumir: a mae dele engravidou com 15 anos, a familia e o pai da criança queriam que ela abortace, mas ela foi firme e não aceitou teve o menino com complicaçõe graves na gravides, quando o menino tinha 6 mese eu conheci meu ex marido e ele que é sobrinho no me ex, filho da irma dele.
ai para ajudar ela eu comecei a cuidar da criança~pra ela trabalhar e estudar, e claro nasceu um grande amor entre eu e ele, mas a mae dele e eu sempre fomos amigas tb, ela dizia que eu era irma dela mais velha, nunca brigamos graças a Deus. ate que veio a noticia que ela com 24 anos estava com HIV positivo, foi bem dificil, pois ela faleceu muito rapido dentro de um ano.
Hoje ele mora comigo, ele nao tem a doença pois ela adquiriu a doença depois dele nascer, ele é minha razão de viver,
Deus troxe a mae dele ao mundo pra poder me dar este presente, agradeco a Deus por td.
Obrigadu Senhor !!!

Espero que este testemunho acrescente sua fé, pq Deus escreve certo em linhas tortas.
não questione os planos de Deus apenas acredite.
Tenha fé....

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Muitas bençãos

VOU RESUMIR PQ TENHO BASTANTE COISA PRA CONTAR !!!
NA VERDADE QUEM ME APRESENTOU AO SENHOR FOI MINHA FILHA Q NA ÉPOCA TINHA APENAS 4 ANOS,ELA FOI A IGREJA UMA VEZ E DALI E Ñ SAIU MAIS E EU, VIA O QUNTO ELA ERA DECIDIDA O QUNTO ELA GOSTAVA DE LOUVAR E IR A IGREJA, MAS ALGO ME PRENDIA E Ñ ACOMPANHAVA MINHA FILHA (UMA CRIANÇA) ATÉ A IGREJA.
ÁTÉ Q UM DIA ENGRAVIDEI, MAS A CRIANÇA Ñ CONSEGUI CHEGAR AO ÚTERO E PAROU NA MINHA TROMPA ESQUERDA, COMECEI A SENTIR DORES INSUPORTAVEIS, E ME LEVARAM PARA O PS.
DURANTE O PERCURSO DESMAIEI 4 VEZES, E QUANDE CHEGUEI LÁ A TROMPA EXPLODIU E TIVE UMA HEMORRAGIA INTERNA, PARECIA Q EU ESTAV COM 9 MESES D GESTAÇÃO D TÃO GRANDE Q MINHA BARRIGA FICOU,FIZERAM OS PRIMEIROS SOCORROS E ME COLOCARAM NO SORO DE REPENTE ACONTECEU ALGO Q NUNCA AVIA ACONTECIDO COMIGO E Q JAMAIS IMAGINEI Q PODERIA ACONTECER COM QUALQUER PESSOA, ME LEMBREI DA MINHA FILHA E DA MINHA MÃE E DISSE...
MEU DEUS Ñ ME DEIXA MORRER PRECISO CUIDAR DA MINHA FILHA - FOI QUANDO ESCUTEI UMA VOZ Q ME DISSE - VC Ñ VAI MORRER,MAS VC VAI MUDAR, SUA VIDA ESTÁ TODA ERRADA, E QUERO Q VC A MUDE APARTIR D HOJE.
E APARECEU UM MÉDICO D NOME IMPRONUNCIAVEL Q ME DISSE - ME MANDARAM PRA T SALVAR, ELE ME OPEROU,A OPERAÇÃO FOI UM SUCESSO E FIQUEI MAIS UM DIA NO HOSPITAL E TIVE ALTA.
TENTEI ENCONTRAR O MÉDICO Q ME OPEROU, MAS NO HOSPITAL NINGUEM NUNCA OUVIU FALAR DESSE NOME. 
DPOIS D TD ISSO ME CONVERTI, E AOS POUCOS FUI CONHECENDO ESSE DEUS MARAVILHOSO, FUI BATIZADA E ENTREI NO GRUPO DE LOUVOR.
LOUVAR É ALGO PRA MIM Q Ñ TEM NEM COMO EXPLICAR,É ALGO DIVINO EU Ñ CANTO BEM MAS LOUVO DE CORAÇÃO, Ñ TEVE UM SÓ DIA EM Q FUI LOUVAR AO SENHOR Q EU Ñ TENHA ME ENTREGADO EM ESPIRITO E VERDADE...
A MINHA FILHA JÚLIA, TINHA UMA ASMA Q Ñ SARAVA NUNCA,ATÉ Q UM DIA NO CULTO M COLOQUEI D VERDADE DIANTE DO SENHOR E CLAMEI, SENHOR ELA É SÓ UMA CRIANÇA, JÁ É TUA SERVA,TU USAS-TE ELA PARA Q EU O ENXERGA-SE SENHOR.
HOJE TE PEÇO MEU PAI CURA MINHA FILHA, Ñ PERMITA Q ELA SOFRA MAIS DESSE MAL Q A IMPEDE D VIVER, ESTUDAR,BRINCAR, SEI Q Ñ MERECE NADA PELA VIDA Q TINHA ANTES, MAS PEÇO POR ELA CURA MINHA FILHA SENHOR.
FOMOS RECEBER ORAÇÃO E FICAMOS D JOELHOS, FOI QUANDO VI UMA BOLA D LUZ VIR EM NOSSA DIREÇÃO E SE APAGOU QUNDO CHEGOU BEM PERTO D NÓS.
A PARTIR DAQUELE MOMENTO A JÚLIA NUNCA MAIS VOLTOU AO MÉDICO COM GRISES D ASMA E NUNCA MAIS TOMOU NENHUM REMEDIO E ATÉ A BOMBINHA FOI JOGADA NO LIXO 
EM 04/03/2009 FUI TRABALHAR NORMALMENTE,MAS JÁ COM DOR DE CABEÇA, CHEGUEI NO TRABALHO E Ñ CONSEGUI NEM ABRIR OS LHOS D TANTA DOR.
EM TORNO D 13:00 TIVE UMA CONVULSÃO E FUI LEVADA PARA O PS APARTIR DAQUELE MOMENTO TIVE VARIAS CONVULSÕES, E FUI LEVADA PARA A UTI,DESSERAM PARA MINHA FAMILIA Q TERIAM Q M COLOCAR EM COMA,ELES ASINARAM UMS DOCUMENTOS E EU ENTREI EM COMA, DALI POR DIANTE MINHA FAMILIA, MINHA IGREJA SOFRERAM MUITO PQ OS MEDICOS Ñ DAVAM MUITAS ESPERANÇAS, DIZIAM Q EU FICARIA NO MININO 4 MESES EM COMA, FOI QUANDO MEU IRMÃO DISSE Q ISSO Ñ IA ACONTECER,ELE DISSE MINHA IRMÃ SERVE A UM DEUS VIVO, UM DEUS DE MILAGRES E VC VAI VER O Q VAI ACONTECER AQUI, EU VOU CHUTAR 1 MES PRA Q ELA ACORDE.
QUERIDOS, UMA PESSOA EM COMA OUVE TUDO O Q AS PESSOAS DIZEM A ELA, ME LEMBRO DAS PALAVAS DO MEU IRMÃO Q SEMPRE ME FAZIA ME LEMBRAR DO MEU BATISMO, ME LEMBRO D MINHA MÃE, DAS MINHAS IRMÃS, ME LEMBRO D UMA AMIGA (IRMÃ) Q SEMPRE ME PERGUNTAVA SE EU ME LEMBRAVA DOS LOUVORES Q EU CANTAVA.
E ENQUANTO ISSO EU SONHAVA MUITO, MAS CONSEGUIA DESTINGUIR SONHO, DELIRIO E REALIDADE.
E OS SONHOS Q EU TIHA EU ESTA VA SEMPRE LUTANDO CONTRA ALGO E MEU IRMÃO ESTAVA NA MAIORIA DESSES SONHOS ME LEMBRO Q EM UM DELES, ELE ME DISSE SOZINHOS Ñ VAMOS CONSEGUI, AGENTE PRECISA DA AJUDA DEUS, SEM ELE Ñ VAI DAR PRA VENCER.
ENQUANTO ISSO OS MEDICOS DIZIAM Q EU ESTA VA MUITO MAL,SÓ ME SALVARIA POR UM MILAGRE, E SE ISSO ACONTECESSE EU FICARIA COM MUITAS SEQUELAS.
E FOI EXATAMENTE ISSO Q ACONTECEU, UM MILAGRE, O PROPRIO DEUS FOI ME ACORDAR, E Ñ FOI SONHO OU DELIRIO FOI REAL, DEUS ME ACORDOU DAQUELE SONO Q DUROU 27 DIAS.
HOJE ESTOU ÓTIMA Ñ TENHO MAIS AQUELAS DORES DE CABEÇA INSUPORTAVEIS,TOMO MEDICAMENTOS , MAS ELES Ñ ME INCOMODAM, QUANDO FOR A HORA D PARAR O SENHOR VAI PARAR.
NÃO TENHO NENHUMA SEQUELA, ESTOU TOTALMENTE RESTAURADA, O MILAGRE NUNCA É PELA METADE.E O Q MAIS PRESO É A MINHA INTIMIDADE COM DEUS. 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Livramento

ola meu nome é carol eu estou aqui para conta com deus é bom meu irmao se envolveu com trafico de drogas ele começou a trafica ate que um certo dia ele foi prezo ficou 12 dias na cadeia ele e o menino que eu estava ficando o advogado combrou 3 mil reais para defende ele mais nois nao tinha o dienlheiro ai um amigo dele deu 600 reais e minha mae arrumou o resto entao eu fis um propozito com deus se deus livarse ele da cadeia eo menino que eu estava ficando eu colocaria em 20 saites mais infelismente so meu irmao saio da cadeia mais eu creio em deus que deus vai livra o joao vitor da cadeia ... fike com a paz deus

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Profeta na cisterna

DEUS ME RESGATOU DO LAMASSAL DO PECADO, BEBIA ,USAVA DROGAS E ME PROSTITUIA ,MAS CHEGOU UM DIA QUE SOFRI UM ACIDENTE QUE O CARRO ACABOU TODO E LOGO APOS O ACIDENTE, A MOÇA DA CASA DISSE QUE JESUS COLOCOU A SUA MÃO PODEROSA NA FRENTE DAQUELE VEICULO E QUE JESUS TINHA UMA OBRA TÃO GRANDE QUE EU NÃO PODIA IMAGINAR ,E SAINDO DALI FIQUE COM A VOZ DAQUELA MULHER NA MINHA CABEÇA DIZENDO SEM PARAR QUE DEUS TINHA OBRA NA MINHA VIDA SE PASSOU O TEMPO E HOJE SOU UM PREGADOR DA PALAVRA DO SENHOR E POSSO CRER QUE JESUS ME TIROU DA CISTERNA PARA SER PROFETA.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Minha conversão a Jesus Cristo

Olá, eu me chamo Eliseu Antonio Gomes. Sou paulista e paulistano, residente na Capital do Estado de São Paulo desde o nascimento. Hoje tenho 46 anos de idade, e estou muito bem casado desde 21 de Dezembro de 1985. Sou pai de dois seres humanos femininos que alegram meu viver e o de minha esposa.

Sinto-me realizado. Como pecador sei que sou abençoado por Deus por Ele ter me amado e enviado Seu Filho para morrer em meu lugar na cruz


Tenho prazer em proclamar o Evangelho de Cristo na Internet. Tenho usado redes sociais e blogs para fazer isso. Os principais veículos são os blogs: Belverede, UBE Blogs - União de Blogueiros Evangélicos e Confeitaria Cristã.


Eu me "converti" na Assembleia de Deus, porque meus pais são dessa denominação.


Na verdade, me converti em casa, lendo o Novo Testamento. Era adolescente, época das discotecas, namoradas e namoradas, praticava as coisas do adolescente da década de 80 do século passado, e tinha quase tudo que as pessoas desse mundo analisavam como necessárias para serem felizes. Mas, na proporção que tomava contato com o conhecimento de Deus através da leitura bíblica, o prazer pelas coisas dessa vida perdiam força em meu ser. Deixei de praticar as coisas naturais desse mundo, coisas que quase todos os jovens daquela época praticavam na Capital de São Paulo.


Em uma noite de quinta-feira, depois de inumeráveis convites de meu pai serem recusados, fui à igreja por iniciativa própria. E passei a congregar. E após congregar por um bom tempo, assiduamente, e até fazer parte de turmas de evangelismos com grupo de obreiros e grupo de jovens, e ter trazido para a congregação garotos e garotas dos meus tempos de mundão, meu pai disse: "filho, quando o pastor fizer o convite para aceitar a Cristo, levante sua mão e receba a oração da igreja". Eu concordei, sabendo que não passava de um ritual. Quis agradar meu pai e a todos que acreditavam que era preciso fazer isso.


Enfim, gosto da Assembleia de Deus como denominação, acredito e defendo a necessidade de congregar com os irmãos de fé, mas meu contato-primeiro é com Jesus, pois experimentei com muita intensidade o significado de ser membro do Corpo de Cristo.


Nós somos o templo de Deus, a nossa vida é um altar, e o culto é muito mais do que as reuniões semanais no ambiente que acostumamos chamar de igreja.


Cultuar é caminhar no Espírito (Galátas 5.16-23). E para isso não existe hora e nem lugar. Basta manter nossa obediência à Palavra de Deus em tudo que fizermos.


E este estado de culto permanente não tem a ver com viver alienado, sem interagir com a sociedade da nossa geração. A mente cristã ocupada com as coisas da escola e trabalho seculares tem total condição de permanecer cultuando. Como? Ao viver uma vida separada das práticas do pecado estamos cultuando ao Senhor. A vida separada do pecado é uma vida agradável de culto racional perante Deus.


Usamos a razão para dizer não à pornografia. Isso é culto a Deus!


Usamos a razão para não aceitar envolvimentos que seja de fornicação ou adultério, e todas as outras práticas condenadas pelas Escrituras Sagradas. Isso é adorar a Deus!


O verdadeiro culto cristão tem início quando recebemos a Jesus no coração, e após isso torna-se contínuo. Ele deve perdurar 24 horas ao dia, 7 dias por semana, 28 ou 29 ou 30 ou 31 dias ao mês (dependendo do número de dias que haja em cada mês), durante o ano inteiro de todos os anos que vivemos nessa terra.


Enfim, seja você da "bléia" ou não, que o amor a Deus esteja sempre em primeiro lugar!


E.A.G.


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Postagem elaborada e publicada no no blog Testemunho atendendo o gentil convite de seu editor.