Em que me transformei?
O que mudou na minha vida?
E na vida dos que estão a minha volta?
Fazendo uma analogia com a saga do povo judeu - a sua saída do Egito, da escravidão, e sua peregrinação pelo deserto – há sete anos ocorreu o meu êxodo da mundanice.
Sou locutora, no Rio de Janeiro – Brasil.
Peguei meu filho menor - na época com oito anos de idade -, e fui para o estúdio gravar. Em casa ficaram a diarista, a minha mãe e nossos 9 cachorros.
Cerca de três horas depois retornamos.
Minha mãe estava saindo de casa.
Moribunda, na maca dos bombeiros.
Morreu na ambulância, a caminho do hospital.
Foi atacada por algum dos nossos cachorros, que lhe mordeu a perna.
Este cenário aconteceu há sete anos. Sete longos anos. Sete extraordinários anos. Sete inimagináveis anos. E outros intermináveis adjetivos para tentar classificar o que significaram em minha vida, estes anos que tentarei resumir a partir de agora.
“A vida de vocês ecoa a Palavra do Senhor.
As notícias sobre sua fé em Deus são conhecidas.” (1 Tessalonicenses 1:8 - Bíblia Sagrada)
“QUEM CRÊ NO FILHO DE DEUS TEM EM SI MESMO O TESTEMUNHO DE DEUS” (1 João 5:10 – Bíblia Sagrada)
Eu sou a Mensagem de Deus. A mensagem de vida que eu tenho para compartilhar com você é aquilo que Deus quer dizer ao mundo por meu intermédio. Deus quer usar as minhas experiências para falar com você que Ele te ama e quer cuidar de você, assim como tem cuidado de mim.
Meus vinte e poucos/ trinta e poucos anos...
Fiz jornalismo. Sou radialista desde 1983. Sou escritora com dois livros publicados – um deles está sendo lançado agora, no final de 2011, na 3ª edição, após dez anos.
Trabalhei no Rádio, na TV e em produtoras de vídeo.
Dos dezoito aos vinte fui manequim e modelo.
Tive quatro maridos – sendo o primeiro no civil e no religioso.
Sou divorciada e separada do meu último marido há sete anos. Desde então estou sozinha. Sem “ficantes”.
Minha experiência religiosa foi bastante eclética; bem característica de uma mulher sensível, inteligente, culta e social. Tinha um pezinho no catolicismo, outro na umbanda, outro no kardecismo, outro nos mestres da grande fraternidade branca; um pouquinho de Hare Krhisna aqui, um outro pouquinho de Shiva e companhia lá: uma big salada de “responsa”. Na verdade, esta mistura é que pode ser chamada de “o verdadeiro “Podrão”!”
A minha vida era legal, sabe? A “montanha russa” em que eu sempre vivi estava, naquela época, localizada na descida livre, ladeira abaixo. Quando a coisa pegava, eu costumava me enfurnar na religião. Meditava, procurava energizar a casa com Feng Sui, incensos de descarrego, incenso disso, incenso daquilo, mantras, despachos na praia e na cachoeira ...
Lia muito. Tudo. Procurava entender um pouquinho de cada coisa.
Quando a Sindrome do Pânico entrou na minha vida...
Há onze anos, cobradores batiam à minha porta, meu carro foi tomado pela justiça, por falta de pagamento; tentava emplacar mais um livro – sobre a História do Rádio, contada através de depoimentos de vários profissionais -, mas não consegui editora; meu terceiro marido me traiu e o mandei embora; ele não enviava pensão para nosso filho, na época, com quatro anos de idade; as dívidas se avolumaram cada vez mais: perdi telefone, de mais de trinta anos; perdi plano de saúde, de mais de quinze anos; perdi peso, pois fiz uma dieta, e achei um caroço no meu seio. O mundo estava desabando sobre mim. Na semana da operação tive um treco que nunca imaginei ter.
Nunca fui medrosa. Ao contrário, sempre fui uma mulher corajosa. Karateca, faixa roxa – quando precisava dava “porrada” -; fazia ginástica, musculação, natação, Full Contact, gostava de fazer trilha em matas, montanhas e cachoeiras. Fui uma boa aventureira. Meu filho mais velho – hoje com 28 anos - me acompanhou em algumas destas aventuras.
Sabe, sempre fui daquelas mulheres muito mais “macho” do que muitos homens por aí. Topava qualquer desafio. Envolvi-me com drogas – maconha e cocaína –, mas nunca a ponto de ser derrotada por elas. Mas fui vencida pelo alcoolismo, o que contarei mais adiante.
Estava entrando num micro elevador e senti uma sensação muito ruim, bastante desconfortável. Entrei no consultório do meu endocrinologista e comentei com ele. Ele disse que não sabia o que era, ou que não era nada, não me lembro; afinal, não deu muita importância.
Saí do consultório, e aquela sensação horrível me acompanhava ainda. Resolvi comer algo doce, para ver se era baixa glicemia. Não melhorei. Decidi então, ali próximo ao Largo do Machado, atravessar a rua e ir à lanchonete de uma rede de departamentos fazer um lanche. Ficava em frente a uma clínica, e qualquer coisa, era só eu correr para lá.
Fiquei sentada por algum tempo, e percebi que estava paralisada pelo medo de “travar” no meio da rua. Terrível.
Telefonei para um amigo e para meu filho mais velho para irem se encontrar comigo lá. Atravessei a rua e entrei correndo na clínica pedindo para ser atendida com urgência, autodiagnosticando-me com SÍNDROME DO PÂNICO.
Enfim, fui atendida por um médico atencioso, que depois da minha insistência de achar com certeza que estava enfartando, pois estava com taquicardia fortíssima, fez o eletro, e estava tudo normal.
Meus “convidados” chegaram e ficaram sem entender nada.
Passei uns dias assim, apavorada. Meus nervos viraram papel crepom na ameaça da chuva cair
Três dias depois fui fazer a cirurgia para biopsia e, na enfermaria de duas camas em que fui internada, antes de seguir para o centro cirúrgico, a senhora na cama ao lado simplesmente MORREU DO MEU LADO!!!!!!! E para piorar, a técnica de enfermagem que foi ao quarto ver a tal senhora, quando descobriu que ela não se contava mais entre os vivos, quase teve um piripaque – foi assim que eu, e meu filho mais velho que me acompanhava, descobrimos que a mulher havia morrido! -. Quando cheguei finalmente à mesa de cirurgia e contei ao médico o que ocorrera e que eu estava com síndrome do pânico, ele disse que não era possível: qualquer um que tivesse com um pinguinho de medo, já teria voado para fora do hospital, e eu ainda estava lá. Mas só eu sei o pânico paralisante que me atormentava naqueles dias.
No fim das contas, não era câncer (Este eu já havia tido em 1995, no apêndice, que foi pro lixo junto com o tumor carcinóide que o tomava quase por inteiro. Sem metástase, graças a Deus)
Durante uns seis meses fiz um tratamento terapêutico, com um comprimidinho (acho que um calmante, bem levinho, pois eu detestava a idéia de me tornar uma pessoa fraca, que dependesse de calmante para viver. Desculpem-me aqueles que precisam, mas a minha opinião, na época, era essa).
Por fim, um dia cheguei ao consultório do médico, e a primeira coisa que ele fez foi me mostrar o dedo. Mostrava-me enfaticamente o dedo anular da mão esquerda, dizendo algo como: sabe o que significa isso?Sei. Estava sem aliança.
“Se separou?”Sim. Disse ele. E disparou a desabafar comigo sobre sua atormentada relação conjugal. E aquela foi a nossa última sessão terapêutica. Recebi alta. E me tornei por um bom tempo sua confidente – e por que não dizer, sua “terapeuta”? Mas fiquei com uma “má impressão” de altura, lugares fechados, medos esquisitos dentro das conduções ... Até saber – pela Palavra de Deus – que o “perfeito amor de Deus por mim e de mim por Ele lança fora TODO MEDO”
Senhor, preenche a minha vida!
Eu preciso de Ti!
Depois disso, por cinco anos, bebi diariamente: bebidas destiladas (vodka, conhaque), fazia “barraco”, caia no choro, brigava, ficava eufórica, chorava, brigava, enfim, uma roda gigante desenfreada.
Parei de tomar moderador de apetite – era viciada em “bolinha” com álcool. Isso, junto ao hábito de beber diariamente e comer que nem uma elefanta, me fez ganhar a bagatela de CINQUENTA QUILOS em aproximadamente CINCO ANOS.
Não foi fácil conviver com a nova aparência. De modelo e atleta à obesa.
Minha vida profissional estava de mal a pior. Estava deprimida, escondida em casa. Saindo para fazer uma consultoria aqui, uma gravação ali ... recebia meus royaties dos livros de tempos em tempos. Mas estava falida.
Meu novo namorado foi morar lá em casa e, opa, me casei de novo. Durou um ano e meio.
Minha mãe morreu, no início da tarde do dia primeiro de novembro do
ano de 2004. Foi enterrada no dia seguinte, Dia dos Finados.
Estou ouvindo agora aquela música, interpretada pela Andréia Fontes – PERMISSÃO DE DEUS. Cada morte é pela permissão de Deus. Nada vai acontecer além daquilo que Deus preparou para nós. Ele preparou esta maneira para tirar a mim e aos meus dois filhos da mundanice, da ignorância do mundão, da escravidão das limitações humanas, das orgias espirituais.
Foi ESTA MANEIRA que Deus escolheu para me dizer:
DESCE AGORA PORQUE O BONDE DA TUA VIDA VAI BATER!
O Teu trem descarrilou, Mônica. Pule AGORA!
Pulei.
Agarrei as mãos dos meus filhos e pulei daquela vida. Impressionante.
Pulei no meio do nada. Eu não tinha nada. Não tinha amigos, não tinha família – a tragédia deixa cheiro, e as pessoas têm medo de que possa contamina-las. As pessoas que procuravam culpado para a trágica morte da minha mãe, não demoraram muito para me acharem. Velada ou abertamente consideravam que de uma maneira ou de outra eu era um pouco responsável, sei lá, por manter os animais lá (sendo que a casa era da minha mãe, alugada por ela, e era ela quem pagava as contas. Então, a casa era dela, e não minha. Ela estava lúcida e gostava de cães tanto quanto eu e meus filhos.)
O que aconteceu foi uma fatalidade sem explicação até agora. Os bombeiros disseram que ela pode ter pisado no rabo de algum dos cachorros, que costumavam se deitar sob a mesa em que ela ficava fazendo Palavras-cruzadas. A minha consciência está tranqüila.
Mas a minha alma estava em frangalhos. Meu coração havia se quebrado em milhões de pedacinhos. A minha mãe, que eu amava, de quem eu dependia, aquela que eu morria de medo de que um dia morresse, morreu. (Mesmo depois de sete anos, não tem como escrever isso sem que as lágrimas teimem em rolar no meu rosto. Pausa pra respirar fundo e enxuga-las)
Bem, meu cordão umbilical foi, finalmente, tristemente, depois de quarenta e três anos, mortalmente cortado.
Hora de fazer o balanço. Falida, fracassada, sozinha, sem dinheiro próprio, apartamento duplex na zona sul do Rio, alugado, sem ter como pagar. A Rádio Antena Um estava prestes a me contratar naqueles dias, mas deu pra trás, com medo de uma - praticamente certa – crise de instabilidade emocional póstraumática.
Mão na frente e outra atrás, ainda ficamos quatro meses lá. No último mês, sem energia elétrica – cortada por falta de pagamento -; e na última semana, sem gás. Sem comida, só miojo.
Sem emprego, sem dinheiro, nos mudamos para uma casinha, na subida de uma das comunidades do Catumbi – centro do Rio -, que conta com seis delas, com constantes brigas de quadrilhas rivais, com tiros pra tudo quanto é lado, coisa que eu e meus filhos não estávamos acostumados. Bem vindos à nova e assustadora realidade da pobreza, Mônica!
Fiz um brechó na minha varanda, e consegui um pouquinho de dinheiro, de vez em quando. Meu filho, com seu salário parco pagava o aluguel, até que, brigamos e ele foi morar em outro lugar. Ficamos, eu e o meu mais novo, com 9 anos, durante o restante do ano e oito meses em que moramos lá.
O que me deu força para continuar vivendo?
Permita-me te perguntar: o que você faria no meu lugar? Pense um pouco.
Pois bem, ainda na zona sul, comecei a buscar Deus na religião a que estava mais acostumada. Comecei a ir às missas, a ouvir rádio católica, aprendi a rezar o terço, ouvia o padre no rádio diariamente. Era um consolo sim, e eu agradeço a Deus pelas pessoas que ele me colocou para ouvir.
Deus começou a trabalhar a CURA INTERIOR em mim, através de um trabalho de meditação sobre o PERDÃO durante um mês. Todos os dias eu pensava nas pessoas a quem havia magoado, ofendido e não sei mais o que, pedia perdão a Deus, e , na medida do possível procurava as próprias com pedidos de perdão. E perdoava aquelas que tinham me magoado. Aí, imagine, quantas coisas do arco da velha desenterrei durante um mês, para poder realizar a tarefa. Mas lavei a alma! Fiquei limpinha! “Alminha” pronta para começar novamente a viver. Seguir em frente. Em linha reta. Dentro do planejado pelo Criador para a Sua criatura.
Quando Deus achou que eu estava pronta para a próxima etapa, Ele utilizou a estratégia de uma “rosa ungida” que levava a presença milagrosa de Deus para a área que a pessoa necessitava, para me fazer entrar dentro de uma – “éca” (o que eu achava na época, tá, gente?) – igreja evangélica.
Eu estava sedenta de um milagre que mudasse a loucura da minha vida.
Eu ficava sentada à mesa da cozinha, com meu violão, começando a compor hinos de louvor a Deus (já fiz setenta e três), bebendo o “meu” conhaquezinho, fumando o “meu” cigarrinho.
Entrei na igreja evangélica e fiquei maravilhada com a alegria e o amor com que os evangélicos cantavam hinos de louvor e adoração a Deus. Eles choravam, cantavam com júbilo, a mensagem era simples e fácil de entender e de imediata aplicação prática para a nossa vida cotidiana.
Aprendi a reconhecer o que era natural acontecer e o que fazia parte do ataque do inimigo para me desestruturar.
Comecei a abrir a Bíblia e, aos poucos, entendia o que cada passagem queria dizer.
O Espírito Santo começou a fazer parte de mim. Eu comecei a ouvir o que Ele me falava por meio das Escrituras Sagradas. Coisa que eu nunca havia entendido com as homilias intermináveis que ouvia nas missas católicas.
Sabe, o mais fantástico era que, mesmo com pouco tempo de “convertida” (como os evangélicos chamam aqueles que decidiram receber Jesus Cristo como Senhor das suas vidas e Seu único e exclusivo Salvador; Jesus, sendo o Filho do Deus vivo!), eu já conseguia consolar os outros; eu dava conselhos, eu queria ajudar – e cá entre nós, mesmo ferida ainda, eu conseguia ser uma bênção para alguém! Era o Espírito Santo que começava a me usar para curar feridas,e ser curada com a mesma unção que usava para curar.
Em duas semanas – mesmo fumando e bebendo – desci às águas batismais e, comecei a fazer parte do grupo de Evangelismo – grupo que subia os morros, para levar uma rosa ungida e um jornal – e se conseguisse, dar uma palavra de conforto, dava -, aos traficantes e usuários de drogas que encontrasse pelo caminho, além dos moradores das comunidades.
Seis meses depois fui consagrada Evangelista. Tenho certeza deste chamado e me orgulho dele e o assumo, embora algumas denominações não o reconheçam. Bem, essas também não reconhecem o ministério pastoral feminino, e nem ordenam mulheres como missionárias. É uma pena, pois desconhecem a passagem em Gálatas 3:28, que diz que em Cristo não há diferença de nacionalidade, de cor, raça, status social ou gênero; não há macho nem fêmea, pois em Cristo, somos um.
Eu sou uma Evangelista. Eu faço a obra de uma Evangelista. Ajudo a fundar ministérios, prego a palavra, ensino a palavra, e ainda ministro louvor. Graças a Deus. Tudo para a honra e glória do Deus Todo-poderoso que me constituiu e para a glória de Jesus Cristo, o meu Senhor.
Que diferença fez na minha vida, me converter a Jesus?
Hoje, eu tenho esperança naquilo que não vejo. A minha vida não é mais regida pelas situações e não dependo mais das circunstâncias. Eu sei que Deus tem um propósito para a minha existência e vai me levar exatamente para onde originalmente planejou.
Sei, agora, que Deus sempre esteve comigo, me protegendo (lembra que eu tive um câncer, e fui curada, antes mesmo de me converter? Não era a minha hora. Deus ainda não havia revelado Jesus Cristo para mim).
Sei que minha vinda para a Terra não foi em vão. Sei que tenho um desígnio divino para cumprir. Deus quer falar algo ao mundo através de mim.
Sei que Deus colocou em mim um diferencial que não colocou em mais ninguém. E que utilizará isso – como já o tem feito – para ajudar outras pessoas. Aliás, não foi só em mim que Ele fez isso; Ele colocou em você também, algo que só você tem e que Ele quer usar mundialmente.
Ganhei um apartamento e há cinco anos vim morar no Recreio, outro bairro do Rio de Janeiro.
Sei que Deus me deixou seguir a minha cabeça até aquele momento, há sete anos. Só até ali. Dali para cá, começaria a parte “B” do Plano Divino para a minha existência. A parte REVELADA de Cristo em mim.
Se você ainda não conhece Deus DESTA FORMA, eu te faço um convite: Permita que a Presença Divina venha habitar em sua vida, por meio da sua aceitação de JESUS CRISTO, como Filho do Deus vivo que se encarnou entre nós, destituído da Sua Divindade, como um simples mortal; morreu no meu lugar e no seu, na cruz; foi ressuscitado no terceiro dia, pelo MESMO PODER DE RESSURREIÇÃO que nos foi enviado quando Ele subiu aos céus. Quando eu recebi Jesus como meu Salvador, recebi junto o PODER de ser feita FILHA DE DEUS. Deixei de ser uma das criaturas criadas por Deus e passei a ser filha dEle. E recebi o Espírito de Seu Filho que O ressuscitou dos mortos.
É ESSA FORÇA QUE ME FAZ CONTINUAR!
Todo propósito tem um tempo determinado para acontecer. Aquilo que eu não consigo mudar, já sei: é departamento do Todo-poderoso. Mas o que eu tenho que mudar, Ele me dá força e estratégias para isso. Por exemplo: seis meses depois do Batismo, Ele me libertou do vício do alcoolismo, e no nono mês de conversão, foi a vez do tabagismo ser descartado.
Hoje, eu levo a mensagem de salvação nas ruas, para moradores de rua; nas comunidades carentes; em asilos; para dependentes químicos; nos púlpitos das igrejas; no trabalho com adolescentes; nas areias das praias; e até na próxima edição do meu livro sobre Técnicas de Apresentação em Público para palestrantes, intitulado “CURSO DE LOCUÇÃO DIRIGIDA PARA TODAS AS PROFISSÕES”, 3ª edição – Editora Brasport (www.brasport.com.br), que será lançada agora em outubro ou novembro de 2011.
Ministro workshops, consultorias e treinamentos sobre Locução e Comunicação Interpessoal e em público
(www.workshock-monicasampaio.blogspot.com).
Se quiser me convidar para eu falar, cantar e tocar Jesus na sua igreja ou ir à sua empresa ministrar uma PALESTRA MOTIVACIONAL pode me chamar.
Irei com prazer: (21) 7106-5704 / 8223-8172 / 7950-3855 –
Rio de Janeiro – RJ – Brasil –
monica.sampaio1@gmail.com –
www.docoracaodedeusparaoseucoracao.blogspot.com
www.radialista-monicasampaio.blogspot.com
www.monica-sampaio.blogspot.com
www.workshock-monicasampaio.blogspot.com
www.locucao-monicasampaio.blogspot.com
www.sementeiradivinaspromessas.blogspot.com
A Deus toda honra e toda glória e graças a Deus por Jesus Cristo.
Obrigada pela sua atenção.
Eu consegui vencer com Jesus. E sei do que estou falando.
É possível recomeçar ... e recomeçar bem!
Um beijo fraterno!
O blog Testemunhos tem como objetivo principal colher e divulgar depoimentos de pessoas convertidas ao Senhor Jesus. Faz isso por acreditar que a vitória do cristão fortalece a esperança de todos que esperam no Senhor Jesus. A proposta é glorificar exclusivamente a Deus, fazer com que a fé seja fortalecida no coração daqueles que creem no Cristo.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Minha conversão a Jesus Cristo
Olá, eu me chamo Eliseu Antonio Gomes. Sou paulista e paulistano, residente na Capital do Estado de São Paulo desde o nascimento. Hoje tenho 46 anos de idade, e estou muito bem casado desde 21 de Dezembro de 1985. Sou pai de dois seres humanos femininos que alegram meu viver e o de minha esposa. Sinto-me realizado. Como pecador sei que sou abençoado por Deus por Ele ter me amado e enviado Seu Filho para morrer em meu lugar na cruz
Tenho prazer em proclamar o Evangelho de Cristo na Internet. Tenho usado redes sociais e blogs para fazer isso. Os principais veículos são os blogs: Belverede, UBE Blogs - União de Blogueiros Evangélicos e Confeitaria Cristã.
Eu me "converti" na Assembleia de Deus, porque meus pais são dessa denominação.
Na verdade, me converti em casa, lendo o Novo Testamento. Era adolescente, época das discotecas, namoradas e namoradas, praticava as coisas do adolescente da década de 80 do século passado, e tinha quase tudo que as pessoas desse mundo analisavam como necessárias para serem felizes. Mas, na proporção que tomava contato com o conhecimento de Deus através da leitura bíblica, o prazer pelas coisas dessa vida perdiam força em meu ser. Deixei de praticar as coisas naturais desse mundo, coisas que quase todos os jovens daquela época praticavam na Capital de São Paulo.
Em uma noite de quinta-feira, depois de inumeráveis convites de meu pai serem recusados, fui à igreja por iniciativa própria. E passei a congregar. E após congregar por um bom tempo, assiduamente, e até fazer parte de turmas de evangelismos com grupo de obreiros e grupo de jovens, e ter trazido para a congregação garotos e garotas dos meus tempos de mundão, meu pai disse: "filho, quando o pastor fizer o convite para aceitar a Cristo, levante sua mão e receba a oração da igreja". Eu concordei, sabendo que não passava de um ritual. Quis agradar meu pai e a todos que acreditavam que era preciso fazer isso.
Enfim, gosto da Assembleia de Deus como denominação, acredito e defendo a necessidade de congregar com os irmãos de fé, mas meu contato-primeiro é com Jesus, pois experimentei com muita intensidade o significado de ser membro do Corpo de Cristo.
Nós somos o templo de Deus, a nossa vida é um altar, e o culto é muito mais do que as reuniões semanais no ambiente que acostumamos chamar de igreja.
Cultuar é caminhar no Espírito (Galátas 5.16-23). E para isso não existe hora e nem lugar. Basta manter nossa obediência à Palavra de Deus em tudo que fizermos.
E este estado de culto permanente não tem a ver com viver alienado, sem interagir com a sociedade da nossa geração. A mente cristã ocupada com as coisas da escola e trabalho seculares tem total condição de permanecer cultuando. Como? Ao viver uma vida separada das práticas do pecado estamos cultuando ao Senhor. A vida separada do pecado é uma vida agradável de culto racional perante Deus.
Usamos a razão para dizer não à pornografia. Isso é culto a Deus!
Usamos a razão para não aceitar envolvimentos que seja de fornicação ou adultério, e todas as outras práticas condenadas pelas Escrituras Sagradas. Isso é adorar a Deus!
O verdadeiro culto cristão tem início quando recebemos a Jesus no coração, e após isso torna-se contínuo. Ele deve perdurar 24 horas ao dia, 7 dias por semana, 28 ou 29 ou 30 ou 31 dias ao mês (dependendo do número de dias que haja em cada mês), durante o ano inteiro de todos os anos que vivemos nessa terra.
Enfim, seja você da "bléia" ou não, que o amor a Deus esteja sempre em primeiro lugar!
E.A.G.
__________
Postagem elaborada e publicada no no blog Testemunho atendendo o gentil convite de seu editor.
Tenho prazer em proclamar o Evangelho de Cristo na Internet. Tenho usado redes sociais e blogs para fazer isso. Os principais veículos são os blogs: Belverede, UBE Blogs - União de Blogueiros Evangélicos e Confeitaria Cristã.
Eu me "converti" na Assembleia de Deus, porque meus pais são dessa denominação.
Na verdade, me converti em casa, lendo o Novo Testamento. Era adolescente, época das discotecas, namoradas e namoradas, praticava as coisas do adolescente da década de 80 do século passado, e tinha quase tudo que as pessoas desse mundo analisavam como necessárias para serem felizes. Mas, na proporção que tomava contato com o conhecimento de Deus através da leitura bíblica, o prazer pelas coisas dessa vida perdiam força em meu ser. Deixei de praticar as coisas naturais desse mundo, coisas que quase todos os jovens daquela época praticavam na Capital de São Paulo.
Em uma noite de quinta-feira, depois de inumeráveis convites de meu pai serem recusados, fui à igreja por iniciativa própria. E passei a congregar. E após congregar por um bom tempo, assiduamente, e até fazer parte de turmas de evangelismos com grupo de obreiros e grupo de jovens, e ter trazido para a congregação garotos e garotas dos meus tempos de mundão, meu pai disse: "filho, quando o pastor fizer o convite para aceitar a Cristo, levante sua mão e receba a oração da igreja". Eu concordei, sabendo que não passava de um ritual. Quis agradar meu pai e a todos que acreditavam que era preciso fazer isso.
Enfim, gosto da Assembleia de Deus como denominação, acredito e defendo a necessidade de congregar com os irmãos de fé, mas meu contato-primeiro é com Jesus, pois experimentei com muita intensidade o significado de ser membro do Corpo de Cristo.
Nós somos o templo de Deus, a nossa vida é um altar, e o culto é muito mais do que as reuniões semanais no ambiente que acostumamos chamar de igreja.
Cultuar é caminhar no Espírito (Galátas 5.16-23). E para isso não existe hora e nem lugar. Basta manter nossa obediência à Palavra de Deus em tudo que fizermos.
E este estado de culto permanente não tem a ver com viver alienado, sem interagir com a sociedade da nossa geração. A mente cristã ocupada com as coisas da escola e trabalho seculares tem total condição de permanecer cultuando. Como? Ao viver uma vida separada das práticas do pecado estamos cultuando ao Senhor. A vida separada do pecado é uma vida agradável de culto racional perante Deus.
Usamos a razão para dizer não à pornografia. Isso é culto a Deus!
Usamos a razão para não aceitar envolvimentos que seja de fornicação ou adultério, e todas as outras práticas condenadas pelas Escrituras Sagradas. Isso é adorar a Deus!
O verdadeiro culto cristão tem início quando recebemos a Jesus no coração, e após isso torna-se contínuo. Ele deve perdurar 24 horas ao dia, 7 dias por semana, 28 ou 29 ou 30 ou 31 dias ao mês (dependendo do número de dias que haja em cada mês), durante o ano inteiro de todos os anos que vivemos nessa terra.
Enfim, seja você da "bléia" ou não, que o amor a Deus esteja sempre em primeiro lugar!
E.A.G.
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Postagem elaborada e publicada no no blog Testemunho atendendo o gentil convite de seu editor.
domingo, 17 de abril de 2011
Liberto das drogas
"Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos" - 2 Coríntios 11. 24a, 26.
Assinado: Márcio Carvalho
Desligue o som do rádio(MP3) no inicio da página, para poder assistir o vídeo.
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Este é um pequeno trecho dos sofrimentos de Paulo, mas não é dele que vim falar.
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Sou natural de Salvador - Bahia, tenho 37 anos, casado, tenho um filho de sete anos. Estou liberto há quatro, me converti em 19 de março de 2006. Congrego na "Igreja Pentencostal Casa de Oração o Salvador é Jesus".
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Hoje eu e minha casa servimos ao Senhor (e Deus está fazendo a obra com o restante da família), mas não foi assim boa parte da minha vida. Não entendemos o agir de Deus na nossas vidas em particular, e me perguntei por um bom tempo porque o Senhor permitiu tanto sofrimento. Mas tive que passar por isso para hoje compartilhar com vc's o meu testemunho.
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Desde pequeno sofri muito, nasci com uma enfermidade chamada "asma", doença que não me deixava dormir devido as constantes crises que ela provoca, a ponto de ser um reconhecido frequentador de um hospital-referência daqui de Salvador.
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Minha família sofreu muito por uns 10 anos por causa da asma que me acometia, principalmente meu pai que tinha que gastar uma fortuna com táxis nas madrugadas da vida. Às vezes eu acordava com falta de ar e, sem conseguir voltar a dormir ficava na janela olhando para o céu, pegando um pouco de ar (como se soubesse que meu socorro viria de lá). Por causa do barulho que fazia quando respirava, meu pai acordava também e ficava comigo até amanhecer.
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Não lembro muito da minha infância, então vou pular para adolescência, à fase em que morava num bairro violento chamado Pernambués, periferia de Salvador, lugar de pessoas humildes mas também de malandras. Porém havia algumas famílias com mais condições financeiras e a minha era uma delas. Essa condição despertava inveja.
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Eu sempre tive quase tudo que queria por parte de meus pais. Usava roupas de marca Lembro uma certa vez que ganhei um vídeogame de última geração, modelo que ninguém tinha," besteira ", mas que despertava cobiça. Daí fui sendo excluído da diversão e rejeitado pelas meninas, interesseiras e influenciadas pela malandragem daquele grupo. Assim comecei a beber para chamar atenção e conquistar algumas namoradinhas (ufa! até que enfim uma coisa boa, risos).
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Como disse antes, desde pequeno sofri muito, ,não ficava com ninguém. Pensava estar predestinado a sofrer. Mais tarde vieram doenças estranhas, artrite e artrose, que normalmente acontece com pessoas mais velhas. Obra de macumbaria (feitiçaria), foi o que disse um vizinho, pastor, durante uma visita em minha casa após fazer uma oração. Ele ofereçeu ajuda, me levou para a Igreja Universal do Reino de Deus. Essa foi a primeira vez que entrei numa igreja evangélica.
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Lembro que fui carregado, por que minhas pernas ficaram duras e estendidas e não conseguia dobrar os joelhos para caminhar até o carro do pastor. Ouvi piadinhas dos vizinhos, entre eles uma senhora de uns sessenta anos que gozava de plena saúde..Depois dessa ida à igreja nunca mais tive artrite e artrose. Mas meu sofrimento estava longe de terminar
Outra feita larguei a mão de minha mãe e atravessei,quando fui atropelado por um carro que me lançou bem longe, mas não houve sequelas,graças a DEUS. Foi um livramento do Senhor ! Nessa mesma em que fui atropelado presenciei vários acidentes com vítimas fatais.
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Recordo também de haver estado no meio de um tiroteio num centro social urbano do bairro, num lugar onde jogava bola. Vi projéteis de balas de fogo passar por baixo das minhas pernas, recochetearem no chão sem me atingir.
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Penso que cansados de conviver com a violência, e com medo dos riscos que eu vivia, meus pais se mudaram para Mussurunga. Bairro grande, dividido em setores de A à L, organizado, sem construções amontoadas como era Pernambués, mas não era muito diferente em termos de violência. Pois bem, fixamos lugar num setor chamado H.
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Rapidamente fiz amizades, infelizmente nocivas. Dentre elas um rapaz conhecido pelo apelido Grandão, que me apresentou a droga chamada "cannabis sativa", a famosa maconha. Comecei a fumar, não senti o efeito dela em mim e cheguei até pensar que era alguém especial, uma pessoa imune. Mais tarde observando Grandão fumando aprendi a tragar a fumaça. Um dia ao tragar fui "batizado" (primeira viagem). Essa foi uma das piores experiências que já tive em minha vida.Houve um estouro dentro da minha cabeça;a sensação éra que estava rompendo a barreira do som,não sentia o chão,ouvia as pessoas bem longe mais ouvia perfeitamente;Senti um desespero que durou intermináveis horas, mesmo ao lado de um parceiro experiente como Grandão me acalmando. Pensei que nunca mais voltaria ao normal. E foi assim até o efeito acabar. Quando "voltei a si" foi a maior gozação. Perguntei ao Grandão se era meu amigo e ele respondeu que era, e que estava só me zoando. Mas, apesar da gozação, conheço pessoas que não voltaram da viagem e ficaram loucos para sempre. Continuei usando a droga, acho que a explicação é que me tornei um viciado. desse dia em diante nunca mais fui o mesmo
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Naquela fase sempre pedia dinheiro aos meus pais. E como demorei para começar a trabalhar, então eles resolveram procurar ajuda num terreiro de candomblé. Fizemos um trabalho de " macumba " e comecei a trabalhar no Polo Petroquímico, numa fábrica de cobre. O emprego durou cinco anos,,,,, Mas,como para o diabo tudo tem seu preço, terminei roubando,desviando cobre.,virei alvo de investigação da Polícia Civil, estive preso,mas sem provas ganhei a liberdade.
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Mergulhei num abismo, conheci a cocaína. Ela me deixava mais alerta, ligado no 220. então deixei a maconha.Sendo usuário dela tive amigos da pesada e problemas da pesada também. Esses relacionamentos resultaram em algumas situações difíceis, A soma de vezes em que estive no lugar errado na hora errada, atrairam muitas coisas ruins.............
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Esta parte da minha vida chama-se LIVRAMENTO.
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No bairro de Itinga, ao comprar algumas gramas de cocaína para consumir, na saída da boca fui perseguido. Éramos um grupo, que escurraçados pelos marginais à bala se dissolveu indo cada um para uma direção diferente. Tomei um lado que era sem saída e para escapar dos tiros fui obrigado pular o primeiro muro que encontrei,éram três metros de altura. Saltei e caí num terreno cheio de vidros quebrados e pontiagudos. Por incrível que pareça, não sofri um arranhão. Foi um livramento do Senhor! Hoje percebo o quanto Deus cuidou de mim.
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Assim minhas aventuras foram se construindo. Poderia chamar aqueles momentos de As aventuras de Márcio.
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Eu me lembro de outra situação em que fui buscar droga na boca e na saída (senpre na saída) me deparei com a viatura da polícia. Desta vez estava acompanhado e fomos pegos, ficamos rodando na viatura com eles pela madrugada sendo humilhados e ameaçados com armas apontadas para nós. Os policiais nos forçaram a dizer quem eram os traficantes que venderam as drogas. Separaram eu do meu companheiro, queriam checar se mentíamos, queriam encontrar contradições. Resistimos. Nos soltaram pela manhã. No final saímos até com a cocaína escondida na roupa e no sapato, rimos à toa porque enganamos eles.
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Vida louca!
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Ainda me recordo que várias vezes meu nariz sangrava e continuava a cheirar, quando escorria passava o dedo e chupava para não perder nada. A cocaína me deixava valente, brigava muito. Entrei numa academia de musculação, tomava anabolizantes (chamada bomba). Comprava seringas e aplicávamos uns nos outros. Fiquei forte rapidinho e saia por aí arranjando confusão por onde passava, principalmente em época de carnaval. Uma vez bati num rapaz sem motivos nenhum, só para vê-lo cair no chão da avenida. Fazer isso me dava prazer. Mas também apanhava muito quando encontrava um mais retardo que eu.
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Gastava o olho da cara para manter o vício. Quando não tinha dinheiro vendia meus objetos de valor: relógios, tênis e roupas. E quando chagava o final do mês comprava o mesmo objeto na mesma loja. Acho que o vendedor achava que estava abrindo uma franquia (risos).
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A minha vida de cheirador era cara. Frequentei boates de rico, comprava roupas de marcas famosas, conheci prostitutas, homossexuais, malandros e mulheres da alta sociedade carentes (bastante vividas),solteiras e casadas,só para arrancar presentes e dinheiro delas
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Virei um bicho que frequentemente se envolvia em confusão. Fui preso por causa de briga em boates, briguei com pitboys e até com policia.Este último, alcoolizado e armado, não me matou por causa da multidão que se aglomerava em nossa volta. A minha sorte foi que a arma dele caiu no chão. Os presentes chamaram a polícia, então me espancaram,foram cinco que me forçaram a comer vidro de uma lâmpada do módulo que quebrou. Depois me conduziram para a delegacia, lá fui obrigado a ficar apenas de cueca, e assim me levaram para a cela. Enquanto ia, um policial me humilhava dizendo aos presos que chegava um presente para eles. Eu me esforcei para levantar a cabeça, os olhos estavam inchados de hematomas e o pescoço doía. Vi um tirado a lutador de boxe que dava soco no ar dizendo "esse é meu". Outra vez por sorte, conhecia um dos prisioneiros, e que por sinal era o chefe na cela em que fui posto. Então,terminei fazendo amizade com os caras, que se revoltaram ao saber da corvadia da polícia. Fiquei lá até o dia seguinte. Saí com meu pai, me despedi de todos deixando meu café para eles (um pão francês duro e um copo grande de café puro).
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Eu era do tipo que ninguém queria andar, uma má companhia. No começo andava em grupo, depois passei a andar sozinho. Por minha desconfiava dos "amigos", que andavam comigo para se aproveitar da farra que fazia.
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Era um prostituto, frequentava as zonas todas de Salvador, não sei como não peguei AIDS. Impuro, tudo que fazia tinha o propósito de enganar. Lascivo, adorava mulher. Idólatra, adorava time de futebol, droga, banda de rock, etc.
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Era uma pessoa irada: tratava meus pais, meu irmão, minha mulher, meu filho e amigos como lixo. Só pensava em mim, me comportava como se o mundo não existisse quando algo era de meu interesse.
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Pensamentos de homicídio. Cheguei a planejar várias vezes matar quem me traía, mas graças a Deus não deu certo.
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Beberrão. Dependia do álcool até para xavecar a mulherada. Gostava de orgias, ia ao motel com duas mulheres, inclusive travestis em troca de dinheiro e cocaína.
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Imoral: me masturbava na janela de casa para todas as meninas na rua. Fazia a vontade da carne, como está escrito em Gálatas 5.19-21: "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus".
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Essa parte da minha vida se chama DESERTO..
Em 1º de Janeiro de 2002, na virada do ano novo, conheci uma pessoa que viria a ser minha esposa no futuro e começamos a namorar, nos víamos pouco, não tinha compromisso e naquele mesmo ano ela ficou grávida. Daí vieram os problemas; ela morava com a família de criação e foi rejeitada, a mãe mandou me procurar,achou meu endereço e encontrou minha casa, chegou com a barriga grande, meu pai não a recebeu bem e bateu a porta na cara dela. Quando eu cheguei em casa eu e meu pai conversamos. Ele foi sincero comigo e disse que não queria a garota em casa. Discutimos por um longo tempo, mas nos entendemos. Ela, futura esposa,passou a morar comigo.
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Meu filho nasceu. Fiquei desempregado, gastei o dinheiro da rescisão em drogas e bebida.e deixei minha família em último plano.
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Ao cansar de ver minha esposa sofrer, "ela não saía do quarto porque não conversava com o sogro", aluguei uma casa, comprei os móveis todos com o resto do valor da rescisão, a passei a viver do seguro desemprego, confiando que estaria empregado antes de acabar todo o valor, mas não foi o que aconteceu. Passamos fome, a situação ficou insustentável, e tivemos que vender a mobília toda e voltar para a casa de meus pais novamente. Fiquei dois anos desempregado, nunca tinha ficado tanto tempo assim.
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Cheguei a fazer três entrevistas num só dia e nada. Meu pai chegou a falar que eu estava com "urucubaca"(gíria que significa estar com azar). Eu encontrava alguns bicos (trabalho temporário)........ Mudava frequentemente e sempre ia parar ao lado de uma igreja evangélica. Aleluia! Lembro que ficava observando o culto pela janela da minha casa e ria dos irmãos e criticava.
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"Estes, porém, quanto a tudo o que não entendem, difamam; e, quanto a tudo o que compreendem por instinto natural, como brutos sem razão, até nessas coisas se corrompem" - Judas 1.10.
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Hoje entendo que Deus estava sempre por perto amolecendo meu coração de pedra. Quando chegava um crente lá em casa ficava zangado porque não queria jogar meu cigarro fora e nem parar de beber, para dispensar atenção a eles.
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Num determinado domingo, a prima de minha esposa, uma evangélica, fez uma visita acompanhada de muitas outras pessoas evangélicas. Não fiquei feliz, a conversa não me interessava, considerava o assunto chato... Mas não sabia eu que éra o dia da minha conversão.
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Deus usou aqueles irmãos, eles falavam coisas de mim que nem minha esposa sabia. Senti algo estranho, sobrenatural, chorei muito. Eles fizeram o apelo e aceitei o Senhor Jesus como meu único e suficiente salvador da minha vida. Ao anoitecer entrei pela primeira vez numa igreja para assistir, vi um povo simples porém muito alegre, cantavam, falavam linguas estranhas, pareciam festejar, dançavam muito, mass sem uso de drogas. e me comprimentavam,então percebi que é possível ser feliz sem precisar usar de artificíos. No final do cult da reunião o pastor perguntou se tinha alguém ali que "gostaria de aceitar Jesus como seu único e suficiente Deus,conhecer e obedecê-lo?". O convite foi a confirmação! Então levantei da cadeira, lá na última fileira e fui andando até o altar e todos dando glórias a Deus. Durante este percurso,passou um filme inteiro da minha vida de sofrimento,e como se estivesse me desprendendo, deixando para traz aquilo tudo ,não tive dúvidas e respondi "aceito".
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O Senhor Jesus me libertou dos vícios rapidamente. Talvez porque morreria de overdose (risos). Mas a luta contra o desemprego continuava e não entendia a razão. O novo convertido é assim ,mas Deus fala em tua palavra:"Respondeu-lhe Jesus: O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois.João 13;7.
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Frequentava os cultos sem me fixar em igreja nenhuma, bastava ver algo errado na congregação e saía. Por ironia do destino, depois que me tornei obreiro (um sonho realizado) numa igreja dessas, na qual estava responsável pelas chaves, aconteceu algo que me derrubaria. Numa madurgada, arrombaram a igreja e levaram a mesa de som e os microfones e quando amanheceu vi a cena. Me senti culpado, fiquei arrasado. Foi triste. Sei que foi armadilha de satanás para me afastar daquele propósito. Fui fraco, ao entregar as chaves e,abandonar tudo. Na minha mente parecia que todos olhavam para mim com desconfiança, Até hoje não sei. Talvez seja coisa da minha cabeça e talvez não. Enfim, entendi que não é assim,e se foi, a bíblia diz que existe o joio e o trigo no campo,,o campo é o mundo; o trigo são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.
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"Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo seu propósito" - Romanos 8.28.
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Deus separará o joio do trigo.
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Não deixei a igreja. Entendi que essa é a vontade de Jesus para mim.
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Pronto, permaneci em uma igreja bom tempo, aprendi muito a guerrear e fiz muita campanha de oração e através de uma campanha dessas consegui um emprego por intervenção de Deus. Foram sete quartas-feiras ungindo (óleo consagrado perfumado) a carteira de trabalho. Antes de terminar os sete dias, Deus abriu várias portas de emprego, fui parar na Prefeitura de Salvador.
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Virei funcionário público, concursado para honra e glória do Senhor. Sim! Olhe o que diz a Bíblia Sagrada: "Conheço as tuas obras — eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar — que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome" - Apocalípse 3.8.
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Só agora percebo o quanto sou sábio, inteligente, sei que Deus existe e posso sentir sua presença; é inexplicável o quanto posso ser simpático querido por todos, atencioso, digno, respeitoso e carinhoso com a família. O Senhor transformou o meu ser, sou sentimental não me envergonho disso, choro na presença dEle, é irresistível.
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Quando peco, me sinto mal,"Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram".2º Coríntios 5.14.
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Não é doutrina de igreja que nos proíbe, porque nós somos a igreja, Espírito Santo mora em nós. Veja o que diz na Palavra de Deus: "Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" - 1º CO 6.19.
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Entretanto precisamos congregar, veja:
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"Ajunta o povo, os homens e as mulheres, os meninos e os estrangeiros que estão dentro das tuas portas, para que ouçam e aprendam e temam ao SENHOR vosso Deus, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta lei"- Deuteronômio 31.12.
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"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia - Hebreus 10.25.
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Esta parte da minha vida se chama EXPERIÊNCIA
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Fui curado pela televisão de um caroço na mão direita ao participar de um culto ao vivo, experiência inesquecível. O pregador mandou colocar a mão na TV, fechar os olhos e orar junto com ele e assim eu fiz,ouvi ele falar: "abra seus olhos e veja". Então abri e constatei que o caroço que ficara ali vários anos havia sumido. Incrível! Glória a Deus!
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Numa noite, fui arrebatado em sonho. Vi o Senhor que buscar a Igreja, na tribulação. Vi o mundo em aflição. Contemplei meu Senhor como um filho encontra seu pai, como o admirador vê pessoalmente quem admira e só conhecia de ouvir falar. Em carne e osso Ele olhava e sorria para mim! Aleluia! Neste mesmo a minha esposa diz que eu estendia minha mão, a feição do meu rosto era uma minha feição de surpresa, como querendo falar algo. Ela tentou me acordar sem sucesso. Ao acordar no outro dia eu tentei lembrar o rosto de Jesus mas não consegui recordar como era.
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Hoje compreendo que o Senhor não permitiu registro da sua imagem. A Bíblia não descreve também. O homensadorariam a foto e não o ESPÍRITO SANTO. Tenho paz quanto a isso, hoje não quero perder este relacionamento com Deus, tenho medo de não falar além do necessário ,de perder a presença dEle, não porque ELE queira. Os nossos pecados afasta-O da nós. Por isso temo e tremo.
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Ainda que no presente momento Ele seja amor e justiça, um dia será só justiça. E aí, amigo leitor, muitos verão a diferença. A Bíblia diz: "Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve" - Malaquias 3.1.
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Então por causa disso não me envergonho de contar o que contei sobre a minha vida. Resolvi contar para alertar jovens e velhos; adultos e crianças. Quero mostrar para as pessoas o perigo das drogas, que por mais que me desse prazer e preenchesse o vazio naquele momento que vivi, era alegria passageira. Quero mostrar que é possível sair do fundo do poço.
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Tomei posse da Palavra que diz: "Porém se vos parece mal servi ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e minha casa serviremos ao Senhor" - Josué 24.15.
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Desejo que meus parentes se convertam em nome de Jesus.
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Se você está se sentido vazio ou então acha que não precisa de Deus, rico ou pobre,. saiba que Jesus revelou o seguinte: "Sem mim nada podeis fazer" (João 15.5).
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Lembre de Deus, Ele está te esperando de braços abertos. Não pense que por não fazer aquilo que fiz no passado você não precisa ir a igreja buscar ao Senhor.
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"Os que estão entristecidos por se acharem afastados das festas solenes, eu os congregarei, estes que são de ti e sobre os quais pesam opróbrios" - Sofonias 3.18.
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"Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima" - Hebreus 10.25.
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"Dize-lhes: Tão certo como eu vivo, diz o SENHOR Deus, não tenho prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que haveis de morrer, ó casa de Israel?" - Ezequiel 33.11.
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Espero que tenha contribuído um pouco para sua edificação e se uma palavra destas entrou no seu coração,então valeu a pena escrever.
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Peço perdão:
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1-Deus (pelo meus pecados);
2-Mãe (pela vergonha, constrangimento, sofrimento, prejuízo e despesas que causei);
3-Pai (pelo vergonha que fiz passar ao me buscar na cadeia, quando me advertia dizendo que se fosse preso não me visitaria, mas provou que me ama indo lá);
4-Meu irmão Fábio (pelas brigas que resultou em não se falar por mais de cinco anos);
5-Amigos e vizinhos (por despertar os piores sentimentos em vocês: o medo, o ódio, as discussões, etc);
6-Pr Valmir (por ter decepcionado).
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Devemos entregar nossas vidas ao Senhor e ter paciência de esperar.
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Agradecimentos:
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1 - Primeiramente agradeço a Deus por tudo que fez por mim, que está fazendo e por tudo que fará. Sei que Ele ainda não terminou a obra ainda em minha vida. A bíblia diz: "Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam" - 1 Coríntios 2.9.
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2 - A toda minha família, principalmente a minha mãe dona Lígia, grandioso instrumento nas mãos poderosas de Deus, ela sempre esteve disposta a estar ao meu lado intervindo nas brigas "EU x PAI", "ESPOSA x PAI", IRMÃO x IRMÃO, levantando minha autoestima, me sustentando, tendo paciência, sofrendo comigo e que até hoje está disposta a ajudar.
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3 - Aos irmãos em Cristo: Pastores Artur, Edson e Valmir, à Fernanda e Joselito, etc. Para todos representando suas famílias.
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Jesus te ama e eu também.
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Deus te abençoe.
Assinado: Márcio Carvalho
"Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria" - Colossenses 3.5.
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